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Mobilização nacional

Centrais sindicais saem às ruas para reforçar pauta trabalhista

Divididos em quatro frentes de ação profissionais de todas as categorias pressionam para agilizar aprovação de propostas pendentes nesta fase do “muda Brasil”

 

Chapecó (4.7.2013) - A mobilização que sacode o país nas últimas semanas ganha novas adesões a cada momento. Já acostumados com iniciativas desta natureza, mas centradas em grandes capitais, agora o movimento sindical passa a atuar com mais veemência nos Estados e Municípios. Seis centrais sindicais e entidades filiadas fazem em Chapecó um dos cinco atos previstos para Santa Catarina, no Dia de Mobilização Nacional, 11 de julho. Os demais serão em Florianópolis, Criciúma. Itajaí e Lages.

A mobilização é organizada pela Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Central Sindical e Popular Conlutas (CSP) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). Em Chapecó a mobilização está organizada com quatro pontos de partida, a partir das 13 horas. Um grupo sairá da Avenida Atílio Fontana (Sadia) e outro da rótula do acesso a BR 282 com o acesso Leopoldo Sander. A terceira frente parte do Hospital Regional do Oeste e a quarta do Bairro Palmital. Todos convergem para a Praça Coronel Bertaso onde ocorre a concentração com inicio previsto para as 17 horas. Em seguida todos sairão em passeata pela Avenida Getúlio Vargas.

Os filiados do Oeste na Força Sindical de Santa Catarina trataram os detalhes da participação em reunião na manhã desta quinta-feira (4). Há um sentimento generalizado de que essa nova etapa vivida no país “servirá para que as lutas do movimento sindical saiam do papel”, disseram dois dos coordenadores do ato em Chapecó sindicalistas Miguel Padilha e Vilson Silveira. O momento conjuntural “é adequado para que a pressão seja exercida ainda com mais intensidade”, justificam.

Os organizadores querem trabalhadores e toda sociedade presente, por que o que está sendo reivindicado “diz respeito à vida, indiscriminadamente, de todas as pessoas”, explicam. Os sindicatos locais mobilizam para que todas as classes trabalhadoras se encontrem nos pontos determinados e na praça. Já as entidades sindicais da região definem caravanas para estarem na manifestação. A meta é promover um dos maiores atos em defesa das causas dos trabalhadores, da sociedade e por justiça social.

Bandeiras de luta - A mobilização centra forças na pauta nacional constituída por dez questões que envolvem diretamente as classes trabalhadoras. Nela consta a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário; fim do fato previdenciário; 10% do PIB para a educação e 10% do orçamento da União para a saúde. Transporte público e de qualidade; valorização das aposentadorias; reforma agrária; suspensão dos leilões de petróleo e contra a PL 4330, sobre a terceirização.

                                                                                                           

Assessoria de Imprensa Força Oeste

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