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Ligeirinho

Fique por dentro


 

ü    Mais do que nunca precisamos da atuação conjunta das organizações governamentais e não governamentais, no sentido de combater aos vícios. É impressionante o aumento no número de pessoas que se reúnem para beber em casa e fora também, mas onde acabam exagerando é nos eventos com festas e danças. Muitos viraram alcoólatras ou consumidores de drogas ilícitas, então ao cair da noite e madrugada adentro batem nos lares para pedir dinheiro, justificando precisar comprar comida, gás de cozinha, leite para criança, tudo na tentativa de se manter no vício. O problema está tão grave que é necessária ação conjunta de todos os poderes devidamente constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário), pois também pode considerar outras duas forças: Ministério Público e a voz do povo que é a imprensa. Se continuar neste desmando e descaso, pode ser que seja vitimado alguém por causa de alguns reais, via roubo ou ao se recusar dar dinheiro de maneira espontânea.

ü    Por incrível que pareça, demos inúmeras sugestões nesta coluna, também no editorial, ainda em matérias jornalísticas, no entanto, ao longo do tempo poucos e quase nenhum homem público teve a humildade de reconhecer, pois deixam de dar a vez à política propriamente dita, e fazem valer a politicagem de venha ao nosso reino. Uma cobrança é no sentido de dar prioridade na manutenção da ponte pênsil, fazendo uma verificação de toda a sua estrutura (cabos, telas, tábuas, iluminação), visando dar mais segurança aos pedestres. Também é bom reverem a passarela da Ponte Irineu Bornhausen, pois em dias de chuva o assoalho fica escorregadiço e empoça água.   

ü    Pediram por onde anda o João Buracão, pois deixou de fazer suas aparições, mas este tem seus motivos. João Buracão apareceu por inúmeras vezes antes das eleições municipais, durante o período de campanha preferiu não influenciar, e agora, como se trata de início de governo, não é injusto criticar quem herdou inúmeros problemas que precisam de soluções. Contra o progresso não existe resistência, por tanto, todos devem aceitar o prosseguimento dos trabalhos de instalação da rede coletora de esgoto na área central de Capinzal, mas é momento da Prefeitura entrar em entendimento com a empresa terceirizada, a qual é responsável por executar obra, que não espere tanto tempo para fazer o remendo do asfalto, pois nas ruas XV de Novembro e na Ernesto Hachmann faz meses que as valas vêm destruindo veículos. É uma faca com dois gumes, se a oposição estivesse no poder, não admitiria críticas, mas como está na situação cômoda, é fácil cobrar, porém, fizeram um contrato mal feito para a prestação de serviços, por isto da demora e também não foram em busca de recursos para fazer o recapeamento asfáltico.

ü    Mesmo que algum político leve a fama, novamente vamos sugerir que seja feito um trabalho para desassorear (retirar o acúmulo de entulhos do leito de um Rio Capinzal, dando um fluxo livre às águas), pois pode a enchente se manifestar por causa da enxurrada. Tem entulhos da construção civil, ainda pedriscos, lodo, enfim, muita porcaria parada no leito do mencionado rio. Limpar por limpar não resolve, devem sim com a autorização do órgão competente, aprofundar a caixa do mesmo, pois o leito está tomado por inservíveis e facilita que a água represada invada imóveis ribeirinhos.

ü    Quem diria, a representação política de Campos Novos foi mais atuante do que nos três últimos mandatos em Capinzal, pois a pavimentação asfáltica em território camponovense vem sendo executado, já em área capinzalense, infelizmente não saiu do papel. O distrito de Barra do Leão (Campos Novos) tem o Termas Leonense, já em Capinzal o Distrito de Alto Alegre, também as localidades de Lindemberg e Vidal Ramos tem olarias e diversas empresas, no entanto, a esperança está no atual governo em buscar a viabilização da tão sonhada pavimentação asfáltica. Seria bom também o atual Prefeito e sua equipe de trabalho ir à busca de recursos para asfaltar o acesso da SC-303 até a localidade de Barro Preto, ainda em Linha Pellizzaro, pois deixaram tais trajetos pavimentados se deteriorarem, pois de asfalto virou de chão batido. 

ü    Como é minúscula a área comercial, pois é um aglomerado de lojas e de prestadores de serviços concentrados em umas oito pequenas quadras, pois todas essas quadras de nossa cidade sequer dão uma de um centro maior. Para quem não sabe, a bicicleta é um veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito do Código de Trânsito, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor. Ainda não tiveram a iniciativa de expandir o comércio para da cidade baixa para a cidade alta, pois a minúscula área comercial não comporta o movimento vindo dos loteamentos, bairro, do distrito e das localidades, devido a estrutura e infraestrutura serem ainda do tempo da Maria Fumaça, ou seja, as residências foram transformadas em comércio, as calçadas e passeios são estreitos, inclusive é preciso melhorar a circulação de veículos, pois está congestionado. De momento, deveriam incentivar o uso do transporte através de bicicleta, porém, é preciso implantar bicicletários e ciclovias. Bicicletário é um local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas.

ü    Boatos e talvez rumores dão conta de que uísque, vinhos e outras bebidas vem invadindo o município, sendo produtos que podem ter procedência do Paraguai. Quem diria, de moralistas e exigentes podem estar praticando contrabando em prejuízo do comércio local. Quem sabe numa desta, autoridades fardadas ou não, façam e consigam apreender possível contrabando. Conversas paralelas dizem que tais frutos de contrabando são comercializados para pessoas físicas e até jurídicas, sendo quase considerada uma invasão de tal liquido na cidade. Na terça-feira, 04 de junho, conversas davam conta de que um alguém esteve na Prefeitura ofertando bebidas, de “procedência duvidosa”. Muita gente sabe de quem se trata, mas se fosse um cidadão qualquer, pode ser que estivesse atrás das grades.

 

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