INDIGNAÇÃO: RECONHECIMENTO SELETIVO OU FALTA DE CONSIDERAÇÃO?
Há muito tempo sofremos por não termos um jornalista responsável, como tanto cobravam. Diziam que nos faltava formação, que “puxaram o tapete”. O tempo passou… e fizemos nossa parte: curso universitário entre 2006 e 2010, com muito esforço, sacrifício financeiro e apoio da família. Nos formamos em Comunicação Social – Jornalismo.
Foram anos de estrada entre Capinzal e Concórdia, de segunda a sábado, muitas vezes pagando mais em combustível do que mensalidade, sem qualquer tipo de incentivo público. E seguimos.
Hoje, 17 anos depois, continuamos fazendo o que sempre fizemos: dar voz e vez ao povo, sugerindo pautas, cobrando melhorias e levando informação. Mesmo assim, ainda há quem insista em rotular, questionar ou até insinuar que fomos “corrompidos”. Curioso… quando a reportagem fala por si, sem precisar de roteiro.
Passamos por nove mandatos de prefeitos e vereadores, agora já na décima gestão, sempre presentes, registrando, mostrando, acompanhando. E o retorno? Pouco reconhecimento e as mesmas dificuldades de sempre. Sem “milagres”, sem enriquecimento repentino. Afinal, dinheiro nasce onde mesmo?
Enquanto isso, vemos casos em que alguns assumem cargos e, da noite para o dia, tudo muda. Coincidência? Ou seria aquele velho conhecido: tráfico de influência, onde o poder fala mais alto que o mérito?
Não é desabafo. É realidade. E também um questionamento: vale mais a aparência ou a vontade popular? Reconhecer quem trabalha incomoda?
No fim, seguimos. Porque, independente de reconhecimento imediato, o jornalismo verdadeiro fica. E lá na frente, quando olharem para trás, serão os registros de hoje que vão contar a história — não o silêncio conveniente de alguns.
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