DEFINIDOS DIA E HORÁRIO DE POSSE DOS VEREADORES MIRINS ELEITOS EM ZORTÉA |
Professor Me. Ciro José Toaldo
O episódio que ficará marcado na história do Brasil, aonde uma simples criatura escreve (picha) com um batom, a frase: ‘perdeu mané’, na estátua da Justiça em frente ao STF em Brasília, sendo presa e condenada em 14 anos de retenção, transformou-se em algo de indignação para grande parte da população. Essa criatura que se chama Débora dos Santos, presa por ter participado dos atos de oito de janeiro de 2023, com o seu batom, ganha o prestigio da nação. Em que pese todo o contexto envolvendo estes fatos, importa destacar a ação e manifestação desta cidadã brasileira que ganhou repercussão nacional e internacional!
Débora trouxe para milhões de brasileiros a grande reflexão do que representa a falta de liberdade, sobretudo quando inúmeros bandidos tidos de alto risco são soltos por uma única canetada de um togado do alto tribunal da justiça. Contudo, este mesmo tribunal ignora inúmeros brasileiros vítimas de injustiça. Aliás, será que temos a plena justiça em nosso país?
A coragem desta mulher que não se calou e nem ficou sentada em seu sofá, acabou fazendo de um pequeno ‘batom,’ uma espécie de arma de indignação de todo um país! Aliás, ‘perdeu mané’, nem frase dela era, mas do próprio presidente atual do STF.
As redes sociais e a mídia não oficial que não recebe dinheiro para defender o atual desgoverno e seus aliados e, não compactuam com as narrativas da dita esquerda, como é o caso deste maior tribunal de justiça, deflagaram uma enorme campanha em favor desta mulher guerreira e de imensa coragem. Na verdade, Débora se tornou um grande símbolo da SUPREMA INJUSTIÇA que temos na atualidade em nosso Brasil.
Após as manifestações levadas a cabo pelos opositores do desgoverno, tendo a liderança dos partidos de direita, aonde surgiram inúmeras faixas, cartazes, slogans e uma série de ações relacionadas ao ‘batom de Débora’, o STF precisou recuar e reconhecer a força de um símbolo político, vindo de uma figura desconhecida, por meio de sua bravura ganhou repercussão e o reconhecimento nacional!
O próprio ministro do STF, Alexandre de Moraes que voltou favorável para os 14 anos de prisão de Débora, foi quem acabou permitiu, uma semana depois, dada as mobilizações de toda a sociedade, que Débora cumprisse a sua pena em sua casa, obviamente com a sua tornozeleira. Essa atitude deste ministro é interpretada pelo jornalista Willian Waack: “parece ser reconhecimento do Supremo que as coisas estão indo longe demais”. E, ainda argumenta: “Débora, no começo foi mero detalhe, mas virou o símbolo do todo”.
Portanto, não estaria o nosso Supremo ao julgar Débora e todos os envolvidos no ato de oito de janeiro, afirmando que a justiça é defensora da democracia, sendo este tribunal um grande marco de retrocesso no processo democrático brasileiro?
Muita fagulha dará força para este fogo e, aqueles membros do alto escalão do desgoverno que deram ‘água’ para quem invadiu os prédios públicos; bem como quem ocultou as imagens das câmeras de segurança e não propôs a reação da Guarda Nacional no dia oito (este que está como um dos togados neste tribunal), estes dois, sequer são citados neste grande teatro montado para se criar a grande narrativa denominada de ‘golpe’!
Enfim, a história de heroicos brasileiros acontece por meio de inúmeras Déboras, estes vivem no seu anonimado, contudo fazem valer sua coragem e vontade de ver este país longe de quadrilhas que assumem o poder de forma fraudulenta, tendo o objetivo de enganar, desprezar e fazer um povo viver de migalhas!
Mas, nem tudo está perdido! Acredite!
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