SESSÃO PLENÁRIA ORDINÁRIA DA CÂMARA DE VEREADORES DE CAPINZAL (SC) |
Polícia
Corpo de homem é encontro no Rio do Peixe por um pescador
Depois de tanta demorada, cadáver é arrastado com uma corda, ao invés de ser carregado.
No final da Área de Lazer Dr. Arnaldo Favorito, na cidade de Capinzal, sábado, 25 de maio, por volta das 00h30min um pescador da margem do Rio do Peixe avistou algo boiando, então com um bote se aproximou e constatou se tratar de um corpo de um homem, de 30 a 40 anos, sendo que a pele demonstrava ser mulato claro (moreno).
O corpo estava boiando no meio do rio, sendo que o pescador comunicou a Polícia Militar e essa por sua vez viu do que se tratava, então acionou o Corpo de Bombeiros, portanto os Bombeiros contando com o auxílio do homem da pescaria levaram a vítima até a margem. Policial Civil cuidou da área isolada até a chegada dos representantes da Secretaria da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, através do Instituto Geral de Perícias, que aconteceu quase três horas após tal cidadão ter encontrado a vítima. Tal policial impediu que a imprensa e os meios de comunicações entrassem no isolamento, mesmo que fosse para tirar foto distante do cadáver, apesar de que a mídia não estava atrapalhando, levando em conta a demorada da remoção do corpo. Também poderia ser permitido que os “curiosos” olhassem, pois muitos foram ao local e depois saíram sem ver a vítima, numa desta alguém poderia reconhecer o corpo, o que agilizaria o trabalho.
Os bombeiros de Capinzal foram bem, mas os de fora chegaram até a margem do rio e esqueceram das luvas, tiveram de voltar ao veículo para pegar o Equipamento de Proteção Individual, para então fazer o procedimento.
Já o trabalho dos peritos foi relâmpago, mas no momento de tirar o corpo da margem do rio, os voluntários se propuseram a ajudar, porém, recusaram qualquer ajuda. Autoridades utilizando de uma corda presa aos ombros da vítima arrastaram o corpo por uns dez metros morro acima, o que chocou e indignou muitos pela falta de consideração ao cidadão sem vida. Os Bombeiros poderiam auxiliar, mas foram para a guarnição, pois os peritos não pediram auxílio, mas só foi aceita a ajuda do povo para levar o corpo na bacia tipo caixão até o veículo, aí sim este foi levado com dignamente, respeito e consideração.
Se foi afogamento, como o corpo não estava inchado? Como explicar as machucaduras no rosto e no olho, inclusive, sangue no nariz? Ainda, o corpo não estava cheirando mal, pois não apresentava decomposição.
Ação curativa retira vítima das águas do Rio do peixe.
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