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Ligeirinho

Fique por dentro


 

ü    Por incrível que pareça, o consumo a droga ilícita vem aumentando consideravelmente na cidade, pois é fácil de identificar os drogados,   pois perderam o medo, consequentemente, viraram dependentes das substâncias químicas. Também aumentou o número de alcoólatras, os quais não procuram e não querem ajuda. Virou mania de drogado e bêbado pedir dinheiro nas residências e nas casas comerciais. Pelo que se percebe, está demorando para que algum drogado ou alcoólatra venha vitimar alguém, pois qualquer cinco reais passa ser motivo para desentendimento, caso um cidadão deixe de dar dinheiro. Quem sabe os órgãos e autoridades competentes venham a prestar um serviço social, ou seja, preventivo e também curativo para sanar o problema, no sentido de evitar que mais pessoas entrem para o vício destruidor. Não seria a Cracolândia, mas tem várias bocas de fumo e de consumo em locais públicos, portanto, é preciso dizer um basta ou pelo menos amenizar essa prática ilícita.   

ü    É bom dentro da medida do possível e do aceitável fazer um trabalho preventivo para acabar com certos roubos, pois tem muitas famílias que sequer vão dar queixa, devido o fruto do roubo geralmente é passado para frente, ao dito receptor. A sorte que certos cidadãos ao saberem de alguém mão ligeira, não contratam mais a prestação de serviços e pagam outros para o trabalho autônomo. Se você munícipe desconfia que algum eletrodoméstico, móveis e outros pertences que foram conseguidos através do roubo, denuncie e ajude a acabar com a ação dos malfeitores. O vereador e presidente da Câmara Municipal, Coronetti, muito bem usou da Tribuna Popular para pedir ação contra os roubos, assaltos, vândalos, portanto, solicitou que a polícia faça algo urgente para que essa prática não comece a amedrontar os capinzalenses. São pequenos furtos, mas em grande quantidade, pois aqui descrevemos em outras edições o roubo de um fogão elétrico, mas, o ladrão se deu bem e o cidadão lesado pagou algo sem poder usar, apesar de ter feito Boletim de Ocorrência.  

ü    Até recentemente os jogos de futebol de campo mais pareciam uma guerra do que a prática esportiva seja em jogos profissionais ou de amadores. Agora a moda é brigar em certos bailes, matinês dançantes, festas, enfim, em eventos populares. Em certas realizações tem pancadaria e violência generalizada, também depredações e danos nos veículos automotores. Será que vale apena ir a certos locais. A vida não é só festa, pois viver na rotina é dá sorte para o azar.

ü    Parabéns a vereadora Cimara que pediu justificativa da Prefeitura quanto ao som de rua, formalidade e critérios para tanto. Nós vamos mais longe, que o som automotivo de muitos cidadãos venha a respeitar os locais por onde passam, pois o volume chega a estremecer vidraças. Quanto certos bares e lanchonetes, ainda salões dançantes devem manter o som ambiente e não fazer com que quase todo o centro de ambas as cidades ouçam às músicas e canções, pois acabam perturbando o sossego público.    

ü    Quem diria, foram fechadas as casas na cidade alta, sendo que o imóvel era propício para tanto, pois lá estava antes da indústria, das empresas, de outras moradias, até chegou quase anos luzes na frente do curso superior, pois iniciou praticamente junto com o Município. De lá para cá, com o fechamento da mesma, a qual estava no seu canto, no entanto, abriram várias casas na área urbana. Essa prática é um bem necessário, pois evita certa violência sexual na comunidade, porém, inúmeras sequer estão reservadas e discretas como estavam às casas fechadas. É claro que temos algumas fora do perímetro urbano, as quais não incomodam e nem ficam expostas a influências ao pudor, pois estão para servir e não chamam ninguém: vai quem quer.

ü    Um representante comercial esteve em Capinzal (SC) e disse para alguns capinzalenses como pega mal o sinal de celular, pois em outros centros a telefonia celular tem qualidade. Conforme o vereador Guinho, em parte da cidade alta pegamos o sinal da torre do município de Machadinho (RS), principalmente nas mediações da Serp. Machadinho está a uns 40 quilômetros de nossa cidade, o que quer dizer, que as torres de celular em Capinzal não tem quase nada de alcance e o povo sofre as consequências. Outro problema é a lentidão da Internet, numa desta a justiça (judiciário e Ministério Público) poderiam exigir qualidade nos serviços prestados. 

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