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Ligeirinho

Fique por dentro

 

ü    Não é responsabilidade do prefeito combater o roubo e nem fazer o policiamento ostensivo, muito menos investigar, realizar busca e apreensão. Em virtude do centro da cidade estar monitorado, por termos as policias Civis e Militares, algo está errado, pois sequer temos crime organizado, mas a ação dos ladrões vem deixando muita gente no prejuízo material e financeiro. Se vir mais efetivos, mais viaturas e mais equipamentos, não podem esquecer que é preciso reativar a Unidade Prisional, pois para uma melhor segurança, também é importante e necessário cadeia em pleno funcionamento. Quem será os receptores e quem é o mandante do narcotráfico? Viatura andando a menos de 20 km/h e não dando lado para ultrapassagem significa atrapalhar o deslocamento do fluxo nas ruas centrais, pois é considerado que 20% dos condutores de veículos são motoristas e motoqueiros de final de semana, o que acaba congestionando e dificultando o livre trânsito.

ü    Tem gente que pode estar se passando por jornalista e seu amigo Cifrão, juntos devem estar equivocados, pois talvez a intenção deles seja fazer falsa imagem de quem realmente trabalha. Não é admissível formar opinião e agir no anonimato, às escondidas, pois essa iniciativa é de gente covarde.

ü    O comércio em geral não é unido como muitos pensam, pois é norma de certos comerciantes e de seu quadro funcional não passar referência de cliente, mas, pedem informações quanto ao possível comprador. Não estamos aqui criticando, mas o movimento lojista se fosse unido, mandaria na política e lideraria as iniciativas dando sugestões de ações e serviços em prol da coletividade. Infelizmente, mesmo que as entidades tenham excelentes diretorias, falta certo comprometimento e participação por parte de certos empresários e de seus comandados. De nada adianta cursos e mais cursos, se na prática não acontece o esperado. Conhecemos um cidadão que na banca de venda de salames, é simpático, comunicativo, bem humorado e sabe muito bem dialogar, ainda aceita e dá sugestões. 

ü    Como pode alguém usar do bem público, ou seja, de equipamentos da municipalidade em benefício próprio e pelo que se sabe, está saindo ileso. Foi flagrado e denunciado, agora resta saber se realmente será feita justiça, mas espera-se que não é preciso depender da providência divina para tanto.

ü    O atual e ex-gerente geral da CEF iniciaram a carreira bancária no ano em que também surgiu O TEMPO – um jornal de fato, em 1989, portanto, lá se foram 24 anos. Hoje, Tuto, ex-gerente da CEF de Capinzal está respondendo pela agência de Caçador e Parizotto lhe substituiu na função.  Os 24 anos significam duas décadas e meia de serviços prestados em nível regional, sendo que a verdadeira formalidade está no jornal impresso (escrito), seja de circulação local e regional, consequentemente, os Semanários são imbatíveis apesar de certa lei equivocada beneficiar os diários e dar muito valor ao que a sociedade em si não vê: Diário Oficial.      

ü    Quanto ao caso do imóvel, empresa recebeu o bem da Prefeitura, pelo que se sabe não tem regularidade fiscal. Dizem que uma empresa sucedeu a outra, inclusive, uma delas entrou em concordata. Pode existir improbidade, pois a Prefeitura compra imóvel, depois cede bem e em seguida pega aluguel das dependências do que era seu. Infelizmente, no local tinha um moinho, o qual servia em nível local e microrregional. Muitos cidadãos esperam que os administradores (agentes públicos) sejam responsabilizados, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal. Quanto ao atual Governo, deve fazer valer a legislação vigente, pois as empresas privadas estão no patrimônio público e se for para alugar, deve fazer concorrência para tanto, mas o local deveria servir para os serviços da Prefeitura (secretarias, diretorias, creches etc).   

ü    Nas sessões descentralizadas da Câmara Municipal de Vereadores deveria por bem além dos legisladores, também marcar presença e usar da palavra na Tribuna Popular representantes do Executivo e também do Judiciário, incluindo, a Promotoria Pública. Pois se tratando dos municípios coirmãos, o grande problema são os inúmeros roubos e o narcotráfico. A reunião não precisa atender na integra o Regimento Interno, mas que seja resolvido ou amenizado os problemas das comunidades do interior e da cidade. Voltamos a bater na mesma tecla, a autoridade maior num município é o chefe do Executivo Municipal, depois vêm o presidente do Legislativo e o Judiciário. Vamos dar voz e vez a quem de direito: portanto, deixamos um pouco a burocracia de lado e vamos realmente socorrer a sociedade, para que essa não venha a fazer justiça com as próprias mãos, muito menos se manifestar de maneira pacifica. 

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