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Informações sobre o trabalho no Legislativo de Capinzal

Vereador Guinho solicita a construção de prédio próprio para o posto de saúde na cidade e que a Prefeitura venha a assumir a administração de um dos dois hospitais do Município

 

O vereador Gilmar Antonio da Silveira (Guinho do PV) na sessão plenária ordinária da Câmara Municipal de Capinzal, terça-feira, 25 de junho, no expediente dos vereadores fez as seguintes indicações:

- Solicitou a construção de um Posto de Saúde na área central da cidade, pois Capinzal é um dos poucos municípios que não dispõe de sede própria, já que as dependências são cedidas pela Previdência Social (INSS) e a Secretaria Municipal de Saúde está em dependências físicas nas edificações inferiores da Câmara de Vereadores. Que o Posto de Saúde, além de médicos, dentistas, biólogos, enfermeiras, farmacêuticos e outros profissionais, ainda venha dispor de mais aparelhos e equipamentos modernos para exames diversos. Além de prédio próprio, ampliar a Farmácia Popular, garantindo remédios, principalmente aqueles que dependem de medicamentos contínuos. 

- Que a Administração Municipal dentro da medida do possível e do aceitável, venha fazer entendimento e passe assumir a gestão de um dos dois hospitais da cidade, até porque está sendo injetado muito dinheiro público para reforma, ampliação, ainda no equipar o Hospital Nossa Senhora das Dores, inclusive, o povo vem contribuindo espontaneamente, porém, temos dois hospitais em Capinzal, o que é um privilégio. Então sugeriu, já que a área central da cidade não tem um prédio próprio para abrigar o posto de saúde, pois depende de aluguel da Previdência Social, então que a Prefeitura venha a fazer acertos e passe a administrar um dos Hospitais, o que estiver mais dentro de suas condições. Exemplo: Em Brusque, após decreto de calamidade pública a Prefeitura passou a administrar o Hospital de Azambuja.  O prefeito de Brusque assinou um decreto de calamidade pública para garantir o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos pacientes no Hospital Azambuja. A decisão veio depois que a administração da unidade suspendeu os serviços no setor de emergência. Outra: Prefeitura tem interesse em administrar Hospital Florianópolis, mas pede ajuda do Estado.

Palavra Livre

Agradeceu a presença do homenageado, Antonio Maria Hermes, médico veterinário há 35 anos, o qual recebeu Moção de Aplausos pelo feito; também enalteceu seu amigo Alcides Borges, Cide, (duas vezes vereador eleito), sendo que o mesmo lhe ajudou a obter a eleição no último pleito eleitoral, através da sua influência na vida social, política e empresarial.

A pavimentação asfáltica da Serp, ao distrito de Alto Alegre, interligando as localidade de Lindemberg e Capitel Santo Antonio, é uma polêmica que vem se arrastando. Guinho é favorável unir forças e lideranças políticas para a concretização da pavimentação asfáltica, independentemente de quem esteja ou não no poder maior (prefeito, vice-prefeito, vereador, deputados, senadores, governador). Não existe bandeira, e sim, para Guinho o importante que este asfalto se torne realidade. Recentemente, Guinho e o vereador Jegue estiveram em Florianópolis falando com o vice-governador, Eduardo Pinho Moreira, pois tem um erro no projeto técnico e é possível sim ser acertado para executar o asfalto rural.

Guinho conhece há muito tempo a localidade de Vista Alegre, talvez foi esquecida por várias administrações, pois as ruas são precárias, pois muitos moradores dependem do atendimento da saúde na cidade de Zortéa, apesar de serem moradores de Capinzal. Guinho pediu o porquê não existe mais o campo de futebol em Vista Alegre, pois servia a comunidade. “Se a localidade de Vista Alegre não serve para Capinzal, por que não transferir tal comunidade para o Zortéa, uma vez que se encontra abandonada pelo Município”, ironizou Guinho na tentativa que o Poder Público venha a prestações ações e serviços, apesar de que muitos moradores passaram a ser eleitores zorteenses. 

Que independente de partido político, de situação ou oposição, que se unam todos os vereadores para decidir sobre a denominação de ruas sem nome. Guinho encerrou a sua participação assim se expressando: “Devemos deixar de lados as diferenças, esquecer o passado, viver o presente e pensar no futuro o que é muito melhor”.      

 

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