Senador ressalta que atual Pacto Federativo promove distribuição de renda injusta e insuficiente para atender compromissos sociais dos municípios
“Espero que possamos escrever uma nova pagina na história política do Brasil. Reafirmo, com convicção, os compromissos assumidos: lutar pelo novo pacto federativo, pela descentralização e desconcentração dos recursos da União, pelo fim do fator previdenciário, por mais recursos para saúde, bem como lutar pelas reformas estruturais e fundamentais para o futuro do Brasil”
Dário Berger assumiu neste domingo uma vaga no Senado Federal para exercer mandato na 55ª Legislatura tendo como missão defender os interesses dos munícipios, hoje fortemente dependentes de uma melhor distribuição de renda, reflexo direto do modelo de Pacto Federativo vigente no Brasil. Conforme o senador, seu mandato será marcado pela mesma dedicação com que comandou por 16 anos os municípios de São José e Florianópolis, onde foi prefeito.
“No sistema federativo vigente, o Senado é a casa legislativa que representa os estados no Congresso Nacional, justamente onde é discutido e regrado todo sistema tributário, de arrecadação e de distribuição de rendas. Esses temas estão especialmente ligados aos interesses dos municípios brasileiros, hoje dependentes de uma distribuição de renda injusta e insuficiente para atender os compromissos sociais”, argumenta o senador.
Por seu amplo conhecimento sobre os problemas e carências dos municípios catarinenses, Dário entende que sua eleição está diretamente ligada ao trabalho que desenvolveu em São José e Florianópolis por 16 anos.
“Por isso, elegi como minha primeira principal missão aliar-me, de forma incondicional, aos que defendem um Pacto Federativo mais justo na distribuição da arrecadação dos tributos nacional.”, garante.
Dário destacou também que as reformas política e tributária são temas que já foram debatidos exaustivamente e, agora, precisam de andamento. Segundo o senador, os municípios vivem uma crise financeira enorme e, a cada ano, recebem mais atribuições e menos recursos.
“São questões conjunturais e precisamos pensar em uma redistribuição dos recursos. O governo concentra a maioria dos recursos penalizando estados e municípios”, argumentou.
"A minha vida sempre foi pautada por fazer mais com menos, utilizando a criatividade, a força de vontade e a união de esforços para atingir objetivos. Eu venho para o Senado para fazer o que sempre fiz na minha vida: ajudar, somar, construir, Portanto, questões conjunturais e emergenciais do governo que sejam necessárias para o desenvolvimento do país terão o meu apoio. "
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Chico Alves
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