Ligeirinho
Fique por dentro
ü É público e notório que Capinzal tem uma segurança local, já a outra possui a razão social de fora, porém, aquela que foi criada dentro de nosso município, dificilmente consegue prestar serviços para algum evento da Prefeitura, talvez seja porque o proprietário da mesma foi adversário político, por isto quem sabe da não contratação. Quanto aos seguranças que agrediram os munícipes na festa, também o promotor do evento deve ser responsabilizado, por confiar os serviços.
ü Se o esporte deve ser voltado para todas as faixas etárias, o carnaval pode seguir a mesma linha da realização do evento. É de se pensar em realizar um carnaval também para quem não participa de blocos. Se os foliões realmente não gostam de salão e nem de ginásio de esportes, então que o carnaval fosse realizado no Parque de Exposições e não naquilo que muitos consideram chiqueiro. O tempo passou e os bons carnavais em nossa terra natal ficaram para trás, devido a falta de uma ação cultural, porém, parabéns a Paróquia São Paulo Apóstolo e também ao vereador Andevir por sugerirem e serem atendidos na realização de um evento sem bebida destilada e banir de vez a violência, ainda, limitar a participação de certas faixas etárias. O Ministério Público, também foi fundamental, baixando portaria disciplinando o ingresso e permanência de crianças e adolescentes nos bailes carnavalescos.
ü Certos motoqueiros saem de casa praticamente em cima do horário de começar a trabalhar, então só faltam passar por cima ou por baixo dos carros. A pressa deles é tanta, que talvez estejam indo tirar alguém da forca, porém, quando provocam acidente de trânsito, sempre o culpado é o outro. Depois que inventaram a direção defensiva, passou a surgir os ditos motoqueiros ofensivos, ou seja, imprudentes no trânsito. Pare e observe, a maioria dos motoqueiros são apressados, irritados, sequer respeitam os pedestre e muito menos os motoristas, porém, na guerra do trânsito as motocicletas são mais frágeis.
ü O cidadão que foi tirado da saúde e jogado para dentro de um caminhão-basculante (caçamba velha) teve ganho de causa, pois a justiça mandou que deixasse a secretaria de infraestrutura e se apresentasse na saúde. Foi o que fez o funcionário público, porém, num primeiro momento não queriam aceitar, depois lhe deixaram horas parado, até que deram um carro para ir em uns poucos lugares dentro da cidade. Agora dizem que não é habilitado para dirigir, mas se ele é lotado na mencionada secretaria, pode sim pegar todos os veículos, basta deixar a politicagem de lado e começarem a trabalhar para sociedade em geral sem perseguição e distinção.
ü Tem poder público que quando chega um determinado periódico (jornal impresso), ao receber o exemplar esconde do quadro funcional a edição, para que os mesmos não fiquem sabendo das informações. A verdade incomoda, porém, é um desperdício o povo não saber votar, pois a maioria confunde paixão pelo futebol com política, portanto, se colocar um cavalo morto para concorrer na chapa majoritária, acaba sendo vencedor, pois o falecido é do time. Muitos esperam que possíveis improcedências administrativas sejam passadas a limpo, ou seja, que venha a ser dado ouvido aos cidadãos e vereadores que levantam suspeitas, o que não pode e não deve um e outro poder devidamente constituído fazer vistas grossas e se deixar levar pelo tráfico de influência.
ü Na última semana que passou, o vereador Rafael defendeu a classe de professores, principalmente, aquela que dá aula no interior do município. Muitos deles, a exemplo dos motoristas da municipalidade são contratados por oito horas por dia, mas vários deles acabam ficando à disposição do município de 13 até 17 horas diárias, porém, não ganham horas extras. Quanto ao professor, para o bem da educação, estes deveriam ganhar hora rodoviária (trajeto) e também para ficar certo tempo esperando pelo transporte. Quanto aos motoristas, estes praticamente vêm pagando para trabalhar, pois a exemplo dos professores, são os que recebem um dos menores salários em nível regional. No meio de comunicação rádio falam bonito, mas na verdade, professores e motoristas não vêm recebendo o devido reconhecimento e valorização pelos serviços prestados.
ü Este Semanário e também o atuante vereador Bruxo alertaram para a necessidade de construir mais uma ponte sobre o Rio do Peixe, para que venha a servir de contorno viário, apenas para ir e voltar no trajeto dos municípios coirmãos, Capinzal e Ouro, ou vice-versa, já que o anel viário não sai do papel. Tanto o jornal quanto o Bruxo alertaram que até um avião poderá cair, e deixar, principalmente Capinzal sem um acesso até a cidade pólo: Joaçaba. Agora por cima de ambos os municípios virou uma rota aérea, portanto, não devem esperar dar sorte para o azar, e sim, é preciso fazer valer a representatividade política e conquistar realmente obras prioritárias para o território capinzalense e não depender de Campos Novos para trazer benefício para seu povo.
ü Deveria ser proibido carros dentro do pátio de escola, principalmente, aquele educandário que não tem um local definido para o aluno ficar, então acaba passando o tempo entre os veículos. Caso a escola tenha criança, poderá a mesma por uma questão de cansaço dormir debaixo ou atrás de um carro, consequentemente, poderá causar uma tragédia, portanto, todo o cuidado é pouco. Muita gente coloca o carro no pátio da escola para ouvir música, querer aparecer ou para se mostrar, portanto, deveria em primeiro lugar levar em conta a segurança de todos e não apenas fazer valer um capricho. Por que será que as escolas não fazem valer a ideia de ter um enfermeiro à disposição dentro do educandário, pois numa emergência pode ser muito útil, ainda tais profissionais, podem promover palestras e campanhas de prevenção ao uso de álcool, tabaco e drogas, bem como referentes à prevenção da gravidez precoce, de doenças sexualmente transmissíveis e da obesidade mórbida infantil, dentre outras. Além de, também, incentivarem hábitos saudáveis, como a prática de esportes e uma alimentação saudável nas escolas. Projeto de Lei Enfermeiro nas escolas é realidade em Belém, sendo um ato legal de autoria do vereador Rildo Pessôa (27/05/2009).
ü Senhores representantes do povo, façam algo para unificar os feriados dos municípios coirmãos: Capinzal e Ouro, pois da maneira que está é ruim para ambas as sociedades. De nada adianta abrir o comércio em geral na cidade se os bancos não funcionam, portanto, devem criar uma lei municipal, pois com certeza os prefeitos irão sancionar. Capinzal e Ouro são praticamente uma comunidade só, portanto, unificar os feriados dos padroeiros e das emancipações político-administrativos são um bem necessário. Grande loja de confecções – calçados – mesa e banho, ainda uma de móveis e eletrodomésticos abriram suas portas no feriado nacional, mesmo fazendo muita propaganda no rádio, não atingiram o objetivo, pois o povo não foi às compras.
ü Talvez seja muito comodismo a falta de consideração do poder público para com a sociedade, pois a autoridade maior do município disse numa emissora de rádio que aqueles que tiveram suas residências descobertas pela chuva de granizo que esperassem passar o feriado municipal e também o nacional, aí sim, na quarta-feira podem procurar a Prefeitura para que a mesma possa auxiliar na recuperação do telhado. Outra justificada para esperar, é que a equipe de trabalho estava cansada por organizar e realizar a festa de emancipação político-administrativa do Município e também a folia de carnaval. Quer saber, povo ajuda o povo, pois se esperar da política nem sempre tem a ajuda esperada, porém, o socorro deveria acontecer de imediato, até porque “existe” a Defesa Civil. É preciso de ação na alegria e principalmente na tristeza.
ü Quanto ao carnaval propriamente dito de Capinzal, em termos de público e foliões diminuiu e muito ao longo do tempo, inclusive, quase não existe a participação de pessoas de outros municípios. Um avanço teve neste carnaval, parou o dito racha de som automotivo, pois cada grupo se achava no direito de ouvir o que bem entendia e acabava ensurdecendo e irritando muitos aos arredores. Outra boa ação foi acabar com a betoneira cheia de caipira, ainda baniram às bebidas destiladas. Para ser carnaval é preciso ter folia, folia no bom sentido da palavra, ainda, certos cidadãos parecem que nunca foram jovem, portanto, devem sim tolerar certo barulho e jamais considerar perturbação do sossego público para o bem-estar social.
ü O povo quer saber por que uns dois carros e umas duas motocicletas passam pela lombada eletrônica na contra-mão de direção, ultrapassam a todos em alta velocidade, isto, próximo da academia à céu aberto, sentido Parque e Jardim Ouro, porém, nunca a PM pegou um destes infratores? Praticamente isto acontece quando vão e voltam do trabalho durante umas quatro vezes ao dia, mas se estão de folga repetem inúmeras vezes à imprudência de trânsito. Outra pergunta: Quem vem esvaziando o tanque de diversos carros e motocicletas no mesmo loteamento?
ü Os roubos e assaltos no centro de Capinzal continuam, o que demonstra faltar vontade política para implantar o sistema de monitoramento, a principio no centro da cidade. Caso o Estado não reconheça Capinzal devido ao pequeno número de habitantes e por ter apenas nove vereadores e não onze como têm direito, então que a Prefeitura comece dando o exemplo comprando filmadoras, depois o Ministério Público, as agências bancárias, também a CDL, Ampeco, Acirp, pois segurança só se faz com o envolvimento de todos, pois iniciativa semelhante a essa foi feita em Campos Novos e em outros municípios.
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