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Ligeirinho
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ü Na sessão ordinária do dia 19 de Novembro foi aprovada por unanimidade no 1º Turno a Proposta de Emenda a Lei Orgânica Municipal nº 02, de 2013, que eleva de nove para 11 o número de Vereadores no Município de Capinzal. Na última terça-feira, 10, era para passar pela 2ª votação, mas, como algumas associações e entidades apresentaram chamamento ao bom senso à Câmara de Vereadores, extensão declarada aos políticos de Capinzal, justificando ser a vontade do povo, então boa parte dos edis preferiram ficar com a inconstitucionalidade ao invés da formalidade. Parabéns ao presidente do Legislativo ao colocar em votação Proposta de Emenda à Lei Orgânica nº 02, cujo objetivo era alterar o art. 12, da Lei Orgânica do Município de Capinzal, para efeito de fixar a composição da Câmara Municipal e aumentando de nove para 11 o número de vereadores, para a legislatura que inicia a partir de 2017. Pelo fato do voto não ter preço, e sim, tem consequência, lamentamos alguns vereadores não assumirem sua posição a exemplo do presidente e outros mais, pois, acabaram sendo influenciados, caracterizando serem fracos e medrosos para legislar. Tivemos um desentendimento com o presidente da Câmara Municipal, porém, se entendemos, mas, se tratando da formalidade legislativa, nosso reconhecimento e admiração pelo excelente serviço prestado ao colocar em votação a proposta de emenda, depois por ter retirado e não arquivado para que em outra oportunidade seja melhor analisado e votado.
ü Sociedade capinzalense, para melhor esclarecimento da polêmica e tempestade provocada num copo d’água, leia a matéria assim intitulada: Associações e entidades de Capinzal derrubam legislação federal.... Agora resta saber se o chamamento ao bom senso à Câmara de Vereadores, extensão declarada aos políticos de capinzalenses, teve ou não caráter ofensivo a moral e os bons costumes dos cidadãos (homens públicos). O manifesto está na página inserido na página nº07, desta edição, sendo uma matéria interpretativa, onde você leitor vai tirar suas conclusões, já que muitos leram o documento, mas, não souberam interpretar o lado positivo e negativo da intenção ou intencional.
ü Quanto ao Chamamento ao bom Senso à Câmara de Vereadores, extensão declarada aos políticos de Capinzal, deveria ser a intenção manter os noves vereadores e não aumentar as cadeiras para 11 parlamentares, mas, o descrito mais serviu para atacar a pessoa e também a condição dos mesmos como homens públicos. Num parágrafo descrevem que Capinzal é um município pujante, acolhedor e reconhecido nacional e internacionalmente, isto, graças a Perdigão (BRF), pois se tratando de localização, é preciso informar onde fica Joaçaba e Piratuba para saberem de sua existência. Estamos resumindo os ataques no que consideram chamamento: Coerente, não é? SÓ QUE NÃO! A coerência está passando muito longe das atitudes dos eleitos em Capinzal. Por mais simples que seja o projeto e uma bancada de governo inerte, que vota na base do cordeirinho. No entanto, as mesmas dificuldades e entraves não são encontrados quando a matéria trata de interesses dos nobres vereadores. Existem nove vereadores que exercem seus mandatos cegamente, guiados pelo calor das pretensões de uma gestão de incoerência. Não estão governando para o povo. Parece-nos que a bravura, o civismo, o altruísmo, a austeridade, o respeito com aquilo que é público dos homens e mulheres que fizeram a história de Capinzal, está longe de ser encontrado nos membros do atual Legislativo. O Presidente da Casa Legislativa faz pronunciamento em rádio, cheio de desculpas esfarrapadas, tentando convencer, justificar o injustificável, querendo transformar os atuais vereadores em heróis do futuro por conseguirem aumentar o número de cadeiras na Casa. Diz que a atual legislatura está pensando grande. Pensar como o senhor pensa, senhor presidente, que com mais dois vereadores o município estará melhor representado junto aos órgãos estaduais e federais é um equívoco! É a velha retórica em prática: produzir cabides, aconchegar apadrinhados, fazer chegar ao Legislativo, candidatos que ficam na rabeira, sem respaldo da população. O que conta na representação não é a quantidade, mas a qualidade, a capacidade e os vínculos dos representantes. Neste período não temos visto nenhum crescimento, nenhuma melhora na representatividade. O único crescimento que observamos foi no número de vereadores e no custo para sua manutenção. Não está a sociedade inclusa em seu projeto. Seus impulsos de principiante e a sagacidade das velhas raposas da política estão levando o Legislativo por um caminho nefasto, escabroso, a uma decisão enfadonha, onerosa e nada produtiva. Não vemos nenhuma grandeza em sua fala, senhor presidente, ao contrário, há uma grande preocupação corporativista, legisla em causa própria, em causa dos vereadores, não está sendo verdadeiro. Frente aos fatos, respeitosamente dirigimo-nos à Presidência dessa Casa Legislativa, para o bem comum, solicitar, que num ato de nobreza e dignidade o Legislativo arquive esse famigerado projeto e sepulte definitivamente essa ideia, que desaprovamos com veemência.
ü Voltamos a bater na mesma tecla, a da segurança pública e de uma ação preventiva, pois se levarmos em conta, as medidas curativas nem sempre trazem uma solução. O que está acontecendo com Capinzal, pois muitos adolescentes e jovens estão indo nas casas, no comércio e na rua pedir dinheiro? Por incrível que pareça a insistência é grande, alegando comprar leite, pão, nata, gasolina, enfim, são diversas mentiras para conseguir dinheiro para poder bancar o vício. Não vão pensar que são dependentes de bebidas alcoólicas, e sim, de substâncias químicas. Pelo que parece, a mais consumida é a maconha. O pessoal perdeu o medo e ninguém faz nada para dizer um basta, então continuam consumindo nas praças e vias públicas, no entanto, não dá para entender como toda a droga chega, é distribuída e consumida com facilidade, ainda rende grana aos mandantes do crime. Tem um cidadão, diz ser filho de tal e pede dinheiro para mais tarde devolver, arranjando várias conversas para poder convencer. Se pegarem os consumidores, é claro que se chega ao traficantes e seus intermediários.
ü Sexta-feira 13 até pode ser considerado o dia do azar, azar mesmo é eleger certos políticos que não tem opinião própria, pois qualquer manifestação basta para decidir pela informalidade e deixando de lado a legislação vigente. Se é lei, esta deve ser levada em conta, pois certos parlamentares tem a mania de fazer demagogia e média com o povo, não se dando aumento, pois não último mandato a perda era tão grande que tiveram de dar um bom aumento salarial. Neste mandato, por lei, já deveríamos ter 11 vereadores e não nove como está, porém, em primeira votação foi aprovado por unanimidade, então devido manifesto, certos parlamentares fracos e medrosos deixaram de dar mais representatividade ao Município a partir de 2017.
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