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 Essa edição da mencionada Coluna vai ser exclusiva sobre o descrito na coluna de Moacir Pereira, no DC: “Sindicato dos Policiais Civis flagra fraude em câmeras de segurança”, sendo informação inserida em 28 de Agosto de 2015. Corpo da matéria: Sindicato dos Policiais Civis recebeu denúncia sobre fraude na instalação de câmeras de segurança em cidades catarinenses, dentro do projeto “Bem Te Vi”. O caso mais concreto, flagrado com fotos, ocorreu em Capinzal. As câmeras adquiridas são da Intelbras, indústria instalada em São José. Mas seu nome aparece só na etiqueta que, se retirada, indica gravado o nome da chinesa “Alhua Technology”.

A prefeitura de Capinzal está na obrigação de entrar com ação criminal contra a empresa vencedora da licitação para instalação de câmeras de segurança. A Secretaria de Segurança Pública do Estado já esclareceu que nada tem a ver com aquelas câmeras. A empresa fornecedora cometeu dois crimes: falsidade ideológica para fraudar licitação municipal e uso ilegal da marca Intelbrás, com a colocação de adesivo sobre produto chinês.

Na Justiça - A diretoria da Intelbrás está divulgando nota manifestando total surpresa com o uso indevido de sua marca em câmeras usadas no sistema de monitoramento pela prefeitura de Capinzal. Não participou de nenhuma licitação, e as câmeras usadas não foram fabricadas ou comercializadas pela empresa. Há 40 anos no mercado, a Intelbrás enfatiza prioridade absoluta sobre seus produtos."

Outra postagem de Moacir Pereira, porém, em 1º de Setembro: A Prefeitura de Capinzal e a fraude das câmeras; A Prefeitura de Capinzal está na obrigação de entrar com ação criminal contra a empresa vencedora da licitação para instalação de câmeras de segurança. A Secretaria de Segurança Pública do Estado já esclareceu que nada tem a ver com aquelas câmeras. A empresa fornecedora cometeu dois crimes: 1. Falsidade ideológica para fraudar licitação municipal; 2. Uso ilegal da marca Intelbrás, com a colocação de adesivo sobre produto chinês.

NOTA DE ESCLARECIMENTO, da Prefeitura, postada no Facebook, em 28/08/2015, às 17h36min: O Jornal Diário Catarinense do dia 28/08/2015 traz através da coluna do jornalista Moacir Pereira a matéria intitulada CÂMERAS.

“Sindicato dos Policiais Civis recebeu denúncia sobre fraude na instalação de câmeras de segurança em cidades catarinenses, dentro do projeto Bem-te-Vi. O caso mais concreto, flagrado com fotos, ocorreu em Capinzal. As Câmeras adquiridas são da marca Intelbrás, indústria de São José, mas seu nome aparece só na etiqueta que, se retirada, indica gravado o nome da chinesa Alhua Technology”.

Sobre esta matéria a Administração Municipal de Capinzal tem a esclarecer o seguinte:

As câmeras de segurança de Capinzal foram adquiridas através de licitação na modalidade Carta Convite em 30/08/2012 pela gestão anterior. O valor da licitação foi de R$ 106.220,00, mais um aditivo de R$ 5.700,00, totalizando todo o sistema (câmeras mais equipamentos de instalação) R$ 111.920,00 pagos com recursos próprios.

Portanto essas câmeras não fazem parte do projeto Bem-te-Vi do governo do estado, como supõe a matéria. Quanto as irregularidades denunciadas, conforme o próprio colunista informa, estão sendo objeto de investigação.

Atenciosamente,

Francisco Dirceu de Araujo / Coordenador Administrativo da Prefeitura de Capinzal

 

Editorial: Como não conseguimos entrevistar e saber sobre o caso com o Ministério Público, para poder levar ao conhecimento dos cidadãos, terça-feira, às 16h, no dia 1º de Setembro, quando promotor, sargento da PM, diretor de Trânsito da Prefeitura e operador de caminhão guincho da empresa Irmãos Tonini ficaram de constatar se tem ou não procedência quanto a etiqueta, para dar prosseguimento no caso, apesar de solicitar uma manifestação ou posicionamento da autoridade, como de outro momento e fato diferente, novamente ficamos sem resposta. Há dois anos, ocorreu uma reunião no Fórum da Comarca de Joaçaba em que os promotores sugeriram o que a imprensa sempre esteve disposta, uma maior aproximação mídia e Ministério Público, em termos de levantar questões e levar a informação de interesse coletivo. Quanto deixar de fazer a constatação nas câmaras na terça e deixado para sexta-feira, hoje, a justificativa que estava para chover e não choveu (...). Foto no cruzamento das ruas XV de Novembro e Carmelo Zocoli, onde está uma das câmeras de monitoramento.  

 

Então, como ficamos sem resposta, pesquisamos e encontramos um artigo do advogado Dr. Noel Antônio Baratieri, postado (editado) em 1º de Setembro, às 11h36, ao qual parabenizamos pela opinião e pedido ação quanto ao caos. Artigo assim intitulado: A praga da maldita fraude. A minha querida cidade, Capinzal, também é vítima dessa praga chamada fraude. O Dr. Moacir Pereira, excepcional jornalista, noticiou, na sua prestigiadíssima Coluna, fatos que deixam todos nós capinzalenses tristes. A maldita fraude ocorreu em 2012, quando era Prefeito o Senhor Leonir Boaretto. Os cidadãos de Capinzal merecem uma resposta de quem estava no comando à época. Infelizmente, essa praga atinge os nossos municípios, causando um estrago irreparável. Ficamos na torcida para que os órgãos de controle - Ministério Público, Câmara de Vereadores, Controle Interno do Município e Tribunal de Contas de Santa Catarina - sejam firmes na punição de todos os envolvidos com essa grosseira e maldita fraude. Vejam as notas de Moacir Pereira que foram veiculadas no DC de hoje: “Fraudes”

 

 

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