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Diretor de Gestão Corporativa da Celesc Distribuição, André Bazzo visita municípios coirmãos.

Diretor de Gestão Corporativa da Celesc Distribuição, André Bazzo visita municípios coirmãos, Capinzal e Ouro

Segundo Bazzo, o Governo do Estado tem feito um gesto importante em permitir que as Centrais Elétricas de Santa Catarina avance nos investimentos de planejamento anual, visando recursos que possibilitem a disponibilidade de energia elétrica sem interrupções, sem falhas e sem problemas para a sociedade catarinense.

 

O ourense que é funcionário de carreira da Fazenda do Estado e diretor de Gestão Corporativa das Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc Distribuição, André Bazzo, no último final de semana esteve em Capinzal e Ouro. A visita se deve ao compromisso na cidade de Concórdia (SC), na sexta-feira, 24, para fazer a resolução de uma pendência trabalhista que rolava na Vara do Trabalho desde 1990, onde fizeram uma conciliação, assinaram o acordo e findaram o processo. Por conta disto visitou a Agência da Celesc de Capinzal para atender alguns pleitos do administrador chefe Agnaldo Leal dos Santos. Também aproveitou a ocasião para visitar familiares, ainda rever o seu passado e viver o presente nas cidades coirmãs, Capinzal e Ouro. 

Destacou Bazzo que Agnaldo na chefia da Celesc de Capinzal deve-se por ser um funcionário exemplar de carreira, a exemplo do que também é Amarildo Fachin, sendo duas pessoas que orgulham a cidade, os quais prestam serviços relevantes atendendo aos pedidos, ainda buscando o melhor para a Celesc, consequentemente, para toda a região. A Celesc de Capinzal atende também Ouro, Lacerdópolis, Piratuba, Ipira, Zortéa e parte do interior dos municípios de Campos Novos e Erval Velho. É uma responsabilidade grande, pois a energia elétrica é uma indução de desenvolvimento econômico, sendo um fator de competitividade, por isto, a constância em desenvolver bons serviços de qualidade e dentro daquilo que a sociedade almeja, precisa e faz por merecer. 

A Celesc por ser o orgulho dos catarinenses, apesar de que em alguns momentos teve a sua imagem arranhada, porém, a pedido do governador Raimundo Colombo e do presidente da mesma, Antonio Gavazzoni passaram a fazer uma gestão que investe na qualidade e na parte técnica. A Celesc por ser a maior estatal catarinense e a terceira empresa em faturamento dentro do Estado, apresenta um potencial enorme de evolução na gestão técnica.

Segundo Bazzo, a equipe de trabalho montada é resultado da Secretaria da Fazenda, funcionários de carreira e outros vindos da Secretaria de Administração, inclusive, bem acolhidos pelo Sindicato representativo, então deram início ao trabalho sempre focado nas melhorias e na gestão qualitativa. Com satisfação Bazzo disse que recebem com muito carinho a missão do Governo e a partir disto batalham todos os dias para melhorar e aproveitar as oportunidades que existem de prestar um serviço de excelência.

Numa estatal, infelizmente as coisas não acontecem na velocidade esperada, por existir regras e legislações que a regem, paralelo a isto compraram através de um processo licitatório uma camioneta Toyota com cesto aéreo para as atividades na rede de distribuição elétrica viva de baixa e alta tensão. O contrato foi assinado no mês de julho, porém, existe um prazo de 60 a 90 dias para a entrega, pois a demanda até o mês de outubro possa ser sanada para poder então atender ainda melhor sociedade regional. Em 2011 adquiriram um caminhão com guindaste, também sendo uma demanda antiga da comunidade regional, pois todos os pleitos que chegam a Florianópolis são pedidos necessários e que merecem serem viabilizados, então é buscado os recursos com respaldo do presidente da Celesc para poder atender as solicitações dentro dos prazos legais.

Existe um planejamento de investimento até 2015, na ordem de R$ 1,7 bilhão, para 2012 serão em torno de R$ 250 a 400 milhões; para 2013 estão montando o orçamento para a Diretoria que gira num valor de R$ 350 milhões focados na expansão do sistema – manutenção - ampliação de algumas subestações e de alimentadores para garantir energia elétrica de qualidade sem interrupção para a sociedade catarinense.

Pelo fato de vários veículos de carga terem colidido na subestação da Celesc de Capinzal, causando acidente de trânsito, prejuízo material e energia elétrica interrompida em prejuízo regional, então o atual e ex-chefe da Agência local apresentaram algumas demandas de certos processos para poder evitar os frequentes acontecimentos de caminhões desgovernados parando no pátio de recepção e distribuição de energia. Há cerca de uns 40 dias estão imaginando e pensando nas demandas para tentar minimizar os impactos desses problemas. “O ideal seria que transferíssemos a subestação daquele local, mas em cima disso demanda de todo um planejamento para essa relevância da estrutura do pátio de operação”, esclareceu Bazzo.

A demanda que os municípios vêm fazendo para a Celesc, de substituição da rede de distribuição de energia elétrica no sistema aéreo para a subterrânea, até por questão de estética. Destaca Bazzo que a agência reguladora que permite cobrar tarifa de energia elétrica do consumidor não reconhece esse investimento na tarifa, ela entende como melhoria estética não necessária ainda para a comunidade e por conta disto dificulta bastante às intenções. Tudo que é feito em termos de rede subterrânea é por meio de recurso financeiro do Governo do Estado e não da Celesc, justamente porque a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL não permite ainda que invista no benefício tipo de estrutura. Segundo Bazzo, é difícil afirmar hoje um investimento devido à falta de um planejamento por conta da agência reguladora no tocante a esse tipo de intenção.     

A Celesc tem um parque de fibra ótica muito grande, em cima disto é discutido com o Governo do Estado com entendimento com a companhia de informática viabilizar a ferramenta Internet. No tocante a realidade e necessidade premente da sociedade além da energia elétrica dispor de recursos tecnológicos que possibilitem avanço e desenvolvimento econômico, melhoria social e cultural, portanto, tem um projeto grandioso com a Secretaria Estadual de Administração que gestiona em nível de Estado todos os recursos tecnológicos com a ferramenta Internet. Imagina Bazzo que até 2014 poderão fazer um grande projeto dentro do Estado para desenvolver a banda larga, o que pode beneficiar toda a sociedade catarinense.

  A grande vantagem de ser uma empresa estatal é que o Governo participa no seu capital, pois o Estado nunca vai permitir algo semelhante que chegaram às concessionárias de telefonia. Quanto à iniciativa privada, sem fazer julgamento de mérito prioriza demasiadamente à parte de lucro (rentabilidade da empresa). A Celesc também se preocupa com isto, até por que prima pela legitimidade de seus acionistas, principalmente da iniciativa privada. O Governo do Estado tem feito um gesto importante em permitir que a Celesc avance nos investimentos, que sempre consiga colocar no seu planejamento anual recursos que possibilitem exatamente a disponibilidade de energia elétrica sem interrupções, sem falhas e sem problemas para a sociedade.

A cada ano a Celesc passa por um processo de reajuste tarifário, principalmente num final de ciclo de quatro em quatro anos, sendo que 2012 é o terceiro ciclo que está se encerrando, portanto, em 07 de agosto teve a revisão. A ANEEL analisa toda a tarifa da classe industrial, comercial e residencial, pois a Celesc tem 2,4 milhões consumidores, destes 12 mil são clientes industriais (classe “A” de consumo) representa 46% do faturamento da estatal. São 2.390mi consumidores representando 60% do faturamento e 12 mil consumidores representando 40 a 45% do faturamento. Em cima disto, a ANEEL faz todo um processo para saber o que a sociedade almeja de uma Companhia de Distribuição de Energia Elétrica, pois é na tarifa que permite sempre avançar no seu pleno desenvolvimento. A ANEEL em todas as distribuidoras fez um processo importante para poder analisar as tarifas e a captura dos valores que as mesmas acabam ganhando no transcorrer desses ciclos. Em cima disto a Celesc teve uma revisão que foi considerada a melhor do Brasil, que representou 0.32% de acréscimo na tarifa, mediante a uma inflação de 6.5% acumulada, então tivemos uma tarifa reduzida no ano. Para a classe consumidora majoritária (residencial) que representa 2.3 milhões, apresentou uma redução de 4.81% na tarifa. “É o que a Celesc busca fazer mais com menos, isto com eficiência operacional, melhoria de processo, sistematização de atividades, enfim, espremer e realizar o melhor para a sociedade que merece e precisa para dispor de uma empresa cada vez mais eficiente”, assim finalizou a entrevista André Bazzo.   

 

Em entrevista concedida para O TEMPO – um jornal de fato (Aldo Azevedo – jornalista), André Bazzo informa que a Celesc presta um trabalho sempre focado nas melhorias e na gestão qualitativa, o que resulta na disponibilidade de energia elétrica sem interrupções, sem falhas e sem problemas para a sociedade catarinense, caracterizado por um serviço de excelência.

 

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