Professor Me. Ciro José Toaldo
Fonte: Internet, 2026
Em plena semana da pátria, onde deveríamos estar refletindo a respeito dos destinos de nosso país, vimos estarrecidos o fotógrafo Brenno Carvalho, do Jornal O Globo, publicar a foto que está acima. Ela demonstra (talvez) tom de deboche e (quem sabe) acena para a impunidade diante da gravidade da situação que se apresenta na crise instaurada da maior Corte de Justiça brasileira. Essa imagem gerou forte repercussão pública envolvendo os magistrados Zanin, Moraes, Mendes e Fachin. Foto tirada em 02/09/2026.
Que o STF (quem sabe) está sendo contraditório, esboçando forte parcialidade em relação aos seus aliados e buscando, a todo custo, defender tanto o chefe maior do governo federal quanto os membros daquele Tribunal, isto todos estão vendo! Por tais constatações, e como ainda temos liberdade de expressão, podemos demonstrar (certa) indignação e (quem sabe) afirmar que a justiça neste país deixou de ser imparcial e volta-se apenas para a defesa dos interesses de quem indicou esses ministros para o cargo.
Esta dinâmica e numa escalada de tensão dentro do recinto do Tribunal, vemos discussões e nervos à flor da pele entre Alexandre de Moraes e André Mendonça, após ter sido retirado o sigilo do relatório da Polícia Federal que contém mensagens entre Moraes e Vorcaro, o que acabou expondo publicamente o conteúdo que envolvia o colega de tribunal.
Bate-bocas nos bastidores e o clima tenso no plenário demonstram a crise existente, fatos que levaram o presidente da Corte, Edson Fachin, a se pronunciar — não ao lado dos demais ministros, mas ao lado do chefe do Poder Executivo —, o que demonstra certa ligação entre esses dois Poderes. Por quais razões?
Quando se coloca em dúvida a condução dos trabalhos da maior Corte de Justiça brasileira, o cidadão ligado às instâncias inferiores do Poder Judiciário sente na pele a decadência dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), que se rendem à corrupção e deixam que se instaure um verdadeiro sistema pervertido, hipócrita e nojento, abalando toda uma nação.
Quando Montesquieu escreveu, em 1748 (século XVIII), a respeito da separação dos Três Poderes na obra O Espírito das Leis, foi para retirar o poder único dos reis absolutistas, que tudo podiam fazer. Na atualidade, porém, apesar da aparente democracia, presenciamos comportamentos insanos por parte dos líderes desses Três Poderes em nosso país, o que nos faz colocar em dúvida a lisura até mesmo do processo eleitoral que teremos em quatro de outubro, pois estamos frente a um sistema podre e pervertido.
Aliás, voltando à foto inicial, tal deboche (pode ser que) não é exclusivo daqueles ministros, mas (quem sabe) faz referência aos demais membros dos outros dois Poderes. Diante do povo, eles possuem um tipo de comportamento; entretanto, nos recintos particulares, zombam e debocham de uma população que vive na miséria, com baixos ganhos, e que ainda precisa pagar pesados impostos para manter as mordomias e maracutaias desses Três Poderes. Se tiver dúvidas, tente visitar os palácios de Brasília ou vá às capitais e terá um choque de realidade!
O pior, neste sistema pervertido de deboche, é ver vários candidatos a cargos políticos que roubaram, foram presos, usaram tornozeleiras e agora disputam vagas. Bom, o que dizer do atual chefe do desgoverno?
Enfim, este é o Brasil da perversidade, do faz de conta, do "quem pode mais chora menos", da lei do Gerson, do poder acima de tudo e de todos, do "sabe com quem está falando?" e onde o dinheiro compra tudo.
Caro leitor que é eleitor, nestes vinte e poucos dias antes da eleição, por favor, faça sua reflexão sobre os seis votos que irá depositar na urna eletrônica. Quem sabe, pelo seu voto consciente, possamos sair deste sistema pervertido.
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