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Prefeitura trabalha para viabilizar a ampliação de leitos de retaguarda e UTI
Durante mais um encontro entre Administração Municipal e direção do Hospital São Francisco, na manhã desta quarta-feira, foram feitos novos encaminhamentos para viabilizar número maior de leitos
A Prefeitura de Concórdia, preocupada com o atual cenário, que tem apresentado alto índice de confirmação dos casos de Covid-19 e alta taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva - UTI do Hospital São Francisco, chamou a direção da instituição hospitalar para tomar conhecimento da real situação, bem como para entender como poderá auxiliar neste momento. Infelizmente, a direção do hospital, comunicou oficialmente à Administração Municipal, que até o momento não recebeu nenhum auxílio financeiro das esferas estadual e federal. Ressaltando que toda ajuda neste momento será bem-vinda, devido ao aumento na demanda por conta do contágio do vírus.
Assim, ficou ajustado que o município irá disponibilizar recursos, que irão viabilizar a ampliação de novos leitos de UTI, destinados aos pacientes de Covid-19. Além disso, os recursos vão auxiliar na ampliação de novos leitos de enfermaria (para tratamento em isolamento), passando dos atuais 14 leitos, para 32. A medida será muito importante para dar condições ao hospital a atender a grande demanda existente, que vem sendo ampliada dia a dia.
É importante lembrar que o Hospital São Francisco atende uma população regional de aproximadamente 170 mil habitantes, e muitos dos municípios da região já estão com casos confirmados, suspeitos e monitorados. Os tratamentos acabam sendo feitos sempre em Concórdia, cabendo aos demais municípios da região também dar suas contrapartidas.
Para amenizar isso, a Prefeitura de Concórdia segue na busca para a compra e ou locação de kits completos com respiradores. Também tem a sinalização, que em caso de superlotação aqui, uma regularização entre hospitais da macrorregião, poderá proporcionar a transferência de pacientes para unidades com taxa de ocupação de UTI mais baixa.
Lana Correa Pinheiro
Jornalista - SECOM
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