Capinzal 77 anos: no aniversário, município ganha presente para a Saúde |
Na interpretação do Vereador de Capinzal (Renato) é que o Sistema de Seguridade Social
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- Renato Marcelo Markus (PR)
Na interpretação do Vereador de Capinzal (Renato) é que o Sistema de Seguridade Social vai afetar a população rural, podendo causar êxodo rural e quebrar os pequenos municípios
O vereador de Capinzal, Renato Marcelo Markus (PR) na sessão plenária ordinária de terça-feira, 11 de Abril, não fez uso do Expediente Parlamentar, mas se manifestou na Palavra Livre sobre um folder da Associação Nacional dos Auditores Fiscais (ANFIP).
O Vereador informou que em 2015 as receitas com a seguridade social somaram 694 bilhões de reais e despesas totalizaram 683 bilhões de reais. Sugeriu fazer a conta, pois falam que a previdência está com déficit, enfim, está quebrada, nesta diferença tem saldo positivo de 11 bilhões de reais. "Então não adianta vir um Governo querendo que o povo acredite que a previdência está precisando de reforma para socorrer financeiramente quem não está trabalhando no vermelho", lamenta o Vereador essa questão de justificativa que apavora os brasileiros quanto reforma previdenciária. Prossegue ele, quem vai ficar em situação difícil são os agricultores (produtores rurais) e outras classe que terão de trabalhar e contribuir por mais tempo com a Previdência que não está quebrada. Está em jogo a manutenção ou não do Sistema de Seguridade Social, que a mesma vai afetar a população rural, podendo causar êxodo rural e quebrar os pequenos municípios. O folder lido, é de um material do deputado Neodi Saretta: Achar que o furo da previdência vem de um salário mínimo pago ao agricultor ou do que o trabalhador urbano ganha depois de 35 anos de contribuição, de se submeter a um papel previdenciário perverso, que consome 30% da média de sua aposentadoria, é fazer uma avaliação equivocada da realidade. Os posicionamentos de todos são unânimes no sentido do que está em curso não é uma reforma, mas o desmonte da Previdência. Não podemos ficar de braços cruzados.
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