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Comassetto apresenta proposta e vantagens de um abatedouro móvel
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- Vereador Vilmar Comassetto (PCdoB).
Vantagens da implantação de um abatedouro móvel
Qualificar o status sanitário, atender a exigência crescente dos consumidores, reduzir custo e consequentemente apoiar a agricultura familiar. Estas são apenas algumas das vantagens da implantação de um abatedouro móvel, apresentado pelo vereador Vilmar Comassetto (PCdoB) durante a sessão de terça-feira, 6, na Câmara de Vereadores. Por meio de indicação, o vereador sugeriu à Administração Municipal que realize estudos e estabeleça parcerias para discutir a viabilidade de implantação do abatedouro no município.
Segundo Comassetto, existe um grande volume de abates que são feitos sem inspeção, principalmente pelos pequenos produtores, que trabalham com escalas menores e consequentemente teriam um maior custo. Entre os dados apresentados pelo vereador, estão o custo de um abate em abatedouro fixo, R$ 54,52 por animal. Já no abatedouro móvel, o valor cai praticamente pela metade, R$ 29,21 por animal. "A instalação atende as exigências e normativas de sanidade e tecnologia", destacou Comassetto.
O abatedouro móvel funciona basicamente em dois contêineres, sendo um utilizado para o trabalho de abate e outro uma câmara fria, para a armazenagem. O local comporta sete pessoas trabalhando e em um espaço de oito horas é possível abater até 80 suínos, por exemplo. Também podem ser abatidos bovinos e ovinos. Segundo a proposta do vereador, o abatedouro móvel poderá se deslocar para várias comunidades e poderá ser utilizado por agricultores de forma individual ou coletiva (grupos, associações, cooperativas). "A mão de obra poderá ser executada por moradores da própria comunidade, desde que capacitados para o serviço", destacou Comassetto.
Segundo o vereador, sua proposta é uma provocação à Secretaria Municipal de Agricultura, para que seja a articuladora para a viabilidade e implantação do abatedouro móvel, que já está licenciado para inspeções municipais e estaduais. "A ideia é unir esforços com entidades como Embrapa, Cidasc e agricultores para realizar os estudos de viabilidade", afirmou Comassetto, ressaltando que a iniciativa renderia segurança alimentar, opções de mercado, dentre outras vantagens.
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