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Ligeirinho

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ü    Nesta mesma Coluna havíamos descrito que a Prefeitura viesse a administrar uma das casas hospitalares, ou àquela que mais recebe dinheiro público. Para a nossa grata surpresa, o prefeito de Brusque, em entrevista falou sobre o Hospital Azambuja, sendo o mesmo privado e recebe recurso do Ministério da Saúde e da Prefeitura através do SUS, também presta atendimentos aos planos de saúde. Desde 2009 os repasses passaram de R$ 50 mensais para R$ 400 mil, auxílio da Prefeitura, sem contar com o recurso federal. Mesmo assim a administração insiste em dizer não conseguir manter a casa hospitalar com tais valores, mas, não buscavam alternativas a não ser a Prefeitura. Como o hospital informou na imprensa que estava fechando suas portas, embora tivesse um processo de negociação, apesar de ser o único que atende pelo SUS e pronto socorro em nível da cidade e região. O Prefeito então decretou o hospital em Estado de Calamidade Pública, em função deste ato requisitaram os trabalhadores, os equipamentos, o prédio e no dia seguinte a Prefeitura entreviu no Hospital, afastando o diretor, o administrador, o conselho e foi nomeado um interventor, também uma nova diretoria e um novo conselho. O prazo da intervenção termina no dia 31 de dezembro do corrente ano, pois pretendem fazer o retorno da casa hospitalar para a Mitra administrar, se a mesma garantir a continuidade dessa nova forma de gestão. Caso não pare a crise hospitalar, que o poder público venha a intervir e administrar o hospital, para o bem da saúde pública.       

ü    Quem diria, se foi o gosto pela Fórmula 1, pois o domingo era muito esperado para assistir as provas, mas, agora não tem graça, até porque resultou em perda de tempo ficar diante da televisão. Antes o piloto tinha de ser bom, sendo que nos últimos dois campeonatos vence quem tem o melhor carro. A cada prova os resultados se repetem, portanto, é preciso mudar as regras e critérios, caso contrário, o circo da Fórmula 1 não vai mais atrair os olhares do mundo.

ü    A triste ironia do destino levou para o além Dr. Celso Carlos Ribeiro dos Santos, 83 anos, médico, o qual faleceu na segunda-feira, 20 de outubro, sendo que seu sepultamento ocorreu às 17h, no Cemitério municipal de Curitiba (PR), saindo da capela 2 do mesmo. O doutor Celso prestou trabalhos no hospital de Piratuba e Ipira, hoje Sociedade Beneficente, posteriormente, passou a residir em Capinzal, onde iniciou como médico (clínico geral) e depois também assumiu a condição de proprietário do Hospital São José. Uma perda irreparável e deixa uma grande lacuna na área médica. Já na corrente semana, a quarta-feira, 30, novamente entristeceu Capinzal, sendo o passamento das mulheres dos sempre lembrados: do ex-prefeito Silvio Santos (Lides), do ex-prefeito Dileto Bertaiolli (Olivia) e do saudoso médico Arnaldo Favorito (Dalva). Se os homens foram excelentes profissionais, também devem a grandiosidade às suas mulheres. A todos o nosso respeito, admiração e reconhecimento.

ü    O pessoal está se perguntando: como está chegando às drogas no Município, pois tem inúmeros drogados, ou se preferir, viciados. Pode ser de carro, de moto, caminhão, sabe lá como, mas, o impressionante é que o número de consumidores de substâncias químicas vem aumentando consideravelmente. Têm locais em que certos (as) passaram a frequentar não devido os locais serem melhores, e sim, pelo fato de saírem premiados (as). O consumo pode ser visto em praça, logradouros e vias públicas. Quem é o mandante do narcotráfico ou da distribuição? Isto é que está sendo perguntado na sociedade, pois alguém deve estar trazendo e entregando aos distribuidores as substâncias químicas dentro da maior segurança para poder agir até durante a luz do dia.

ü    O Brasil virou o país das manifestações pacificas e da desordem, pois ninguém sabe mais o que reivindica, inclusive, é exigido tudo no exato momento. Esperamos que o aumento no valor do litro de combustível não faça que tenhamos mais quebra-quebra, vândalos e muitos mais. Se formos um povo ordeiro e hospitaleiro, por que admitir a depredação, saques, queima de veículos e muito mais? Quem quer reivindicar organiza um grupo representativo não governamental e senta com o órgão governamental para fazer um entendimento, porém, deve existir um consenso que seja bom para todas as partes envolvidas e interessadas na questão. 

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