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Ligeirinho
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ü Para quem não sabe Leonildo Bortoli (Canhoto) foi quem lançou a feliz ideia da pavimentação asfáltica da Estrada da Produção, pois, a partir deste momento se vislumbrou o desenvolvimento e progresso regional. Canhoto há 21 anos apresentou a sugestão de pavimentação asfáltica da Estrada da Produção, sendo a ligação das BR-282, SC-303 (hoje SC-135), SC-458 e BR-470, para tanto, apesar de ser homem público, pagou matéria de capa inserida em O TEMPO – um jornal de fato. A pavimentação da construção asfáltica da estrada de Presidente Castelo Branco, Jaborá, Capinzal, Zortéa, Campos Novos (SC) a Barracão (RS) foi uma sugestão do ex-vereador, ex-presidente da Câmara Municipal e conceituado empresário da época, Canhoto, sendo que a matéria “Estrada da Produção” foi publicada na edição de nº114, quando este periódico tinha três anos de atividades e circulava na quarta-feira, num registro datado em 25 de setembro de 1991. Canhoto de saudosa lembrança sugeriu a feliz ideia, então este Semanário prosseguiu periodicamente pedindo ação e força de vontade dos homens públicos e das lideranças em nível regional, sendo que esperamos que a intenção de suma intenção realmente saia do papel.
ü Como moramos numa cidade de classe operária, novamente sugerimos que seja feita uma Cooperativa ou Associação dos catadores de lixo e recicláveis para que seja dada melhor condição de trabalho e salarial. É público e notório o grande número de homens e mulheres que sobrevivem ou melhoram a renda familiar recolhendo recicláveis (latas, garrafas plásticas, papelão, jornais, revistas e muito mais). Essa iniciativa poderia partir da prefeitura, a exemplo do que faz a de Joaçaba dando auxílio e tudo que estiver dentro de seu alcance e possibilidade.
ü Tanto divulgação faz os governos Federal, Estaduais e Municipais sobre ações de acessibilidade e mobilidade urbana, no entanto, alguém com algum problema físico nos braços, nas mãos ou dedos, não consegue abrir um refrigerante, água, um frasco de café granulado e muito mais. Aqui fonte no Blog do Célio (Carlos Alberto de Sousa). Acessibilidade e mobilidade urbana deveriam permitir que pessoas com deficiência tivessem direito de ir e vir, mas, a sociedade precisa mudar a sua conscientizada para mudar atitudes. Garantir o acesso é um dever de todos e principalmente do governo, pois, é através dele que são inseridos meios e regras, para garantir a acessibilidade de forma isonômica em todo o país. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) devem rever para facilitar que as pessoas consigam abrir viidros, garrafas, embalagens e muito mais, pois, até quem não tem problema físico ou está com certa machucadura encontra certa dificuldade e ressistência para tanto.
ü O TEMPO – um jornal de fato há 25 anos está em plena atividade, apesar de certa concorrência desleal e por alguma influência de “poder” em boa parte do período da prestação de serviços. Desde quando iniciou este Semanário, já tinha mais exemplares que outros periódicos, inclusive, a abrangência supera muitos concorrentes juntos. O Tempo sempre procura levar a informação e não quer ser a notícia, pois, tem quem se elogia e aplaude a si mesmo. Não existia uma lacuna, pois, este Semanário ao longo do tempo disponibiliza de assinaturas, sem forçar ninguém a fazer. Todas as religiões têm espaço nesta imprensa, consequentemente, aproveitando, os que frequentam as capelas e a matriz que quiserem assinatura de O Tempo, vejam no expediente do jornal os contatos para tanto.
ü O anel viário serve para tirar o fluxo intenso de veículos desnecessário da área central, por exemplo, das cidades coirmãs, Capinzal e Ouro. O anel viário vai tirar, principalmente, o tráfego de veículos de carga e também aqueles carros e motos que não precisam passar por dentro das cidades de Capinzal e Ouro para chegar a outros municípios. Novamente, viemos a sugerir e insistir que seja construída mais uma ponte a ser usada como contorno viário, para fazer a travessia de ida e volta de Capinzal e Ouro ou vice-versa. A travessia de ambos os lados permaneceria sobre a Ponte Irineu Bornhausen inaugurada em Janeiro de 1956, há 58 anos, mas, deveria fazer mão dupla também em toda a extensão da XV de Novembro a exemplo da Pres. Nereu Ramos, no entanto, como a rua XV acaba entre o posto de combustíveis e o antigo hotel Bevilaqua, sentido Rio do Peixe, já que não foi planejada uma nova interligação de ambas às margens, vamos sugerir algo que pode parecer absurdo. Quanto a histórica Ponte Pênsil Padre Mathias Michellizza, a qual teve sua primeira construção no ano de 1932, sendo que ela veio abaixo por várias vezes, seja por vento ou provocada pelas cheias do Rio do Peixe, que venha a dar lugar a uma nova ponte para travessia de veículos como era no passado. Já que a área comercial não cresce para a cidade alta, o contorno se faz necessário para evitar o engarrafamento em horário de pico sobre a ponte Irineu Bornhausen e nas as vias públicas Nereu Ramos, Ernesto Hachmann, José Zortéa, Wanda Mayer, Carmelo Zocolli e muito mais. Querer é fazer algo acontecer, para tanto, é preciso dar prioridade à solução do problema, já que os semáforos e certos condutores de veículos automotores andam quase parando, então o negócio é fazer valer a prioridade intermunicipal (Capinzal e Ouro).
ü Acordem capinzalenses e ourenses, pois, até quando será aceito feriado de um lado da margem do Rio do Peixe e no outro é dia normal de trabalho? Não existe perda para um município e nem para o outro, pois, se querem o bem das famílias, então unifiquem os feriados das emancipações político-administrativa e dos padroeiros. O problema é que as famílias não podem aproveitar o feriado, pois, tem muitos casos que o marido trabalha em Capinzal e a mulher no município de Ouro, ou vice-versa, também da mesma forma seus filhos, então não tem como aproveitar o feriado e feriadão, já que não dá para confraternizar ou viajar, pois, sempre um ou outro está trabalhando. Vamos usar da razão e do bom senso, jamais fazer valer a política burra e de imposição.
ü Para Blatter a Copa do Mundo no Brasil é mais complicada do que na África do Sul. (Agência AFP). Paris (França) - O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, admitiu em entrevista ao canal esportivo francês BeIN Sport (21/04/2014) que a organização da Copa do Mundo no Brasil está sendo "mais complicada do que na África do Sul", que recebeu a última edição da competição, em 2010. "Todas as Copas do Mundo são difíceis de organizar, mas, o certo é que no Brasil está sendo muito complicado do que na África do Sul", afirmou o dirigente. Um dos motivos apontados por Blatter é o clima social tenso, com manifestações que levaram milhões de pessoas às ruas desde junho do ano passado, para pedir melhoria nos serviços públicos e protestar contra os gastos públicos nos preparativos para a Copa. "Na África do Sul, o povo inteiro queria esta Copa do Mundo. Mandela disse: 'Agora que temos a Copa, todo mundo precisa dar seu apoio'", lembrou o suíço. "O Brasil tem 200 milhões de habitantes. Economicamente, é uma nação forte, mas, isso não quer dizer que todas as pessoas são felizes. O que importa é a divisão das riquezas", opinou. "Como na Suíça, tem gente mais abastada e gente mais pobre. A diferença é que, de 200 milhões, se 100 milhões não estão de acordo, fazem mais barulho do que aqui, onde quando há 50 pessoas numa manifestação, acham que há uma forte oposição", resumiu. Fonte: http://www.superesportes.com.br
ü Temos a mesma opinião do presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, também se disse contra o uso do vídeo para auxiliar a arbitragem na interpretação de lances duvidosos durante a partida. "Sou muito conservador no que se refere ao vídeo. O uso de imagens durante o jogo vai mudar o seu ritmo. A grandeza do futebol é jogar 90 minutos sem paradas. Temos que conviver com os erros humanos, o jogo é humano", explicou o dirigente. Neste quesito, a Fifa cedeu apenas sobre um aspecto: o uso da tecnologia na linha do gol, para confirmar se a bola entrou ou não. Fonte: Super Esportes.
ü A considerada maior feira multissetorial da região, realizada no período de 12 a 14 de Outubro de 2011, mas, a prestação de contas da movimentação só ocorreu em 02 de Abril de 2012, ou seja, cinco meses depois, agora está sendo apurado o verdadeiro resultado. A prestação de contas da Expovale 2011 está sob suspeita de não ser real, então foi criada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) formada para apurar o caso, no entanto, acabou sendo dada por encerrada sem tirar as dúvidas dos capinzalenses. A imprensa, jornal impresso registra hoje e fica para a posteridade o dito transformado na formalidade: registro escrito.
ü Será que são muitas lojas de móveis e eletrodomésticos para estarem fechando algumas ou pode ser caro demais o aluguel? Se não for a concorrência, talvez seja o preço irreal comercializado, forçando promoções com grandes descontos. É impressionante o valor do aluguel cobrado por uma sala comercial sem a estrutura adequada, também sequer tem estacionamento privativo, mas, será que o valor dos produtos e prestação de serviços é pelo preço real?
ü Há muito tempo estamos sugerindo que no suceder das administrações municipais venham a dar incentivos e auxílio para atrair novas indústrias para o nosso Município. Boatos e rumores tomam corpo, mas, voltamos a insistir, estamos dependendo quase somente de uma agroindústria, isto, passa a ser um problema caso der um imprevisto na atividade ou alguma catástrofe que venha a impedir o acesso à matéria prima. Vamos ser realista e por precaução, se antecipar a qualquer futura perda ou prejuízo.
ü É preciso fazer fluir o livre trânsito em Capinzal, para tanto, que se troquem os semáforos rudimentares por inteligentes com sinal para pedestres, no entanto, são bons os condutores de veículos andarem ao abrir a cor verde e não esperarem pelo vermelho para querer passar, os quais sendo considerados os 10 por hora (expresso Tartaruga e Jabutis). Outra sugestão para encurtar distância e diminuir o tempo que os veículos ficam circulando de maneira desnecessária é transformar em mão dupla as travessias da Rua Dom Vicente Gramázio (ao lado do Banco do Brasil e no acesso a Pres. Nereu Ramos), também da Rua Maria Angélica Almeida (ao lado da Ourograf), também na Carmelo Zocolli (ao lado do Fórum). E por que não deixar de ser mão única e passar dupla a Rua XV de Novembro?
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