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Ligeirinho
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ü O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) vem trabalhando com os municípios do Estado no incentivo à criação e o efetivo funcionamento dos Conselhos Municipais de Políticas sobre Drogas, de acordo com os princípios previstos na legislação do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. A ação foi lembrada na quinta-feira (26/6), Dia Mundial de Combate ao Uso e ao Tráfico de Drogas. Com a criação dos conselhos, é possível assegurar a implementação e a fiscalização de políticas públicas voltadas para a prevenção. Para a criação de um conselho antidrogas, é necessária a participação de vários representantes da sociedade. O Ministério Público auxilia as autoridades locais, quando necessário, com materiais e suporte técnico e informativo sobre como implantar ou reativar esses conselhos. O MPSC atua também para que o usuário e dependente possam receber o tratamento adequado para que seja possível a sua reinserção social. Para isso, estão sendo realizadas visitas técnicas periódicas com o intuito de acompanhar o funcionamento das denominadas "comunidades terapêuticas" em Santa Catarina. O objetivo dessas comunidades é acolher e tratar dependentes de drogas. Esperamos que isto se concretize em cada município, pois, a sociedade está doente, pois a cada dia vem aumentando o número de usuários e muito vem enriquecendo ilicitamente.
ü Por incrível que pareça, a sociedade sabe quem são na maioria dos viciados e drogados, só não é do conhecimento mesmo quem são os mandatários do narcotráfico. Se existe o consumidor, tem o fornecedor e seus distribuidores. A chegada da droga uma época era informada através de fogos de artifícios, depois adotaram outras ações para tanto, mas, não é na luz do dia que o esquema funciona, pois, na virada da meia noite e madrugada adentro é visto muitos consumidores perambulando pelas ruas centrais da cidade. O policiamento ostensivo e a ronda policial com auxílio do monitoramento por câmeras pode facilmente identificar quem é realmente do narcotráfico, pois, os usuários apesar de consumidores, acabam sendo vítimas do vício.
ü As cidades coirmãs, Capinzal e Ouro foram assolados por oito dias de muita chuva, portanto, precisamos de obras e benfeitorias intermunicipais, que atendam ambos os municípios. Temos as pontes Pênsil Padre Mathias Michellizza (modelo de 1932) e a Irineu Bornhausen (1950), ainda o Serviço Intermunicipal de Água e Esgoto - Simae. Tínhamos a barragem do Rio do Peixe entre as duas pontes e uma represa abaixo, entre a Vila Anchieta e Linha Sul. É preciso com urgência de uma segunda ponte para fazer o contorno viário, porém, não nivelada, e sim, angular para dar maior vazão às águas do Rio do Peixe e não correr o risco de ter o trânsito interrompido ou que essa travessia acabe sendo derrubada e levada pela enchente. Também é necessário construir uma Usina Central Hidrelétrica, a dita PCH, o que poderá controlar ou amenizar a cheia, ainda gerar energia elétrica e se for o caso, inclusive, servir como travessia para pequenos veículos.
ü Estrangeiros trazem dólares extras para a Copa após valorização do real em 5,5%, o maior ganho entre as 31 principais moedas, tornando tudo mais caro para os visitantes. Fonte: Brasil Econômico, postado em 13/06/2014. Daqui a seis meses a moeda estará 7% mais barata, valendo 2,40 por dólar, segundo a média das previsões de 28 estrategistas consultados pela Bloomberg. Os 600 mil torcedores estrangeiros que o governo espera para a Copa do Mundo estão sendo pressionados porque o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, intervém no mercado de câmbio para reforçar o real e frear a inflação. O Ministério do Turismo estima que os estrangeiros gastarão cerca de R$ 5,5 mil (US$ 2,46 mil) cada um, vertendo um total de US$ 1,5 bilhão em lojas e restaurantes. Oscilações cambiais: Os ganhos da moeda neste ano ocorrem após três anos seguidos de perdas, período em que caíram 33 por cento em relação ao dólar. Os torcedores da Europa encontrarão um euro 6,6% mais fraco em relação ao real neste ano e os britânicos também conseguirão um valor menor na troca por seu dinheiro, já que a libra esterlina caiu 2,9% em relação à moeda brasileira. ‘Papel secundário’: Embora represente para o governo uma forma efetiva de frear a inflação, o real mais forte está pesando sobre a economia ao tornar as exportações menos competitivas.
ü Tendo como fonte o Pesquisão UOL Copa: para imprensa estrangeira, Brasil fez a melhor Copa (postado em 30/06/2014), por Alexandre Loureiro. O Maracanã será o palco da final da melhor Copa já vista por 38,5% dos jornalistas entrevistados. Preços e trânsito ruim são alvo de imprensa estrangeira. Holanda é a melhor na opinião da imprensa estrangeira. Os jornalistas estrangeiros estão gostando da Copa do Mundo do Brasil. Uma pesquisa feita pelo UOL Esporte com 117 profissionais constatou com o Mundial deste ano é o melhor já visto pela maioria deles. O levantamento ouviu jornalistas na primeira fase e concluiu que 38,5% dos entrevistados consideram o Mundial brasileiro como o melhor já visto. A Copa do Mundo de 2006, que foi realizada na Alemanha, aparece na segunda posição da pesquisa, com 19,7% das respostas. Vale destacar que 16,2% dos jornalistas disseram estar cobrindo sua primeira competição. O torneio organizado na África do Sul, em 2010, fica em terceiro lugar na lista, com 5,1%. Já o palco do tetracampeonato brasileiro em 1994, nos EUA, foi o quarto melhor mundial na opinião dos profissionais. Aparecem na sequência Itália-1990 (3,4%), França-1998 (3,4%), Japão e Coreia-2002 (3,4%), México-1986 (1,7%), México-1970 (1,7%) e Alemanha-1974 (0,9%). Entre os entrevistados, 1,7% não responderam a pesquisa. Só o fator de o Brasil estar em primeiro lugar na realização do Mundial, estando na frente do país de primeiro mundo: EUA é um fator para se comemorar e não para criticar a iniciativa do Governo Federal e da CBF.
ü No dia 1º de Outubro de 2013, na Coluna Ligeirinho, trouxemos o seguinte descrito: Para que a Prefeitura viesse a administrar uma das casas hospitalares, ou àquela que mais recebe dinheiro público. Para a nossa grata surpresa, o prefeito de Brusque, em entrevista falou sobre o Hospital Azambuja, sendo o mesmo privado e recebe recurso do Ministério da Saúde e da Prefeitura através do SUS, também presta atendimentos aos planos de saúde. Desde 2009 os repasses passaram de R$ 50 mil mensais para R$ 400 mil, auxílio da Prefeitura, sem contar com o recurso federal. Mesmo assim a administração insiste em dizer não conseguir manter a casa hospitalar com tais valores, mas, não buscavam alternativas a não ser a Prefeitura. Como o hospital informou na imprensa que estava fechando suas portas, embora tivesse um processo de negociação, apesar de ser o único que atende pelo SUS e pronto socorro em nível da cidade e região. O Prefeito então decretou o hospital em Estado de Calamidade Pública, em função deste ato requisitaram os trabalhadores, os equipamentos, o prédio e no dia seguinte a Prefeitura intervém no Hospital, afastando o diretor, o administrador, o conselho e foi nomeado um interventor, também uma nova diretoria e um novo conselho. O prazo da intervenção terminava no dia 31 de dezembro de 2013, pois pretendiam fazer o retorno da casa hospitalar para a Mitra administrar, se a mesma garantir a continuidade dessa nova forma de gestão. Caso não parasse a crise hospitalar, que o poder público venha a intervir e administrar o hospital, para o bem da saúde pública.
ü O que mais se encaixaria neste momento crítico e polêmico seria: S.O.S. Hospital São José, com o fechamento das portas ao atendimento, principalmente, para os capinzalenses e ourenses, dos municípios coirmãos, Capinzal e Ouro. Cidades coirmãs: Capinzal e Ouro apenas tendo como limite às águas do Rio do Peixe. A situação relatada da Tribuna Popular da Câmara de Vereadores de Capinzal, médico e diretor administrativo Dr. Pedro Lelis Panis, sobre o Hospital São José, informou sobre a questão financeira da Sociedade Beneficente, falando sobre os objetivos e providências que serão tomadas em relação à instituição. Em 14 de Maio de 1944 foi fundado o Hospital, antes de Capinzal ser criado em 19/02/1049, sendo que a mencionada casa hospitalar é beneficente e não tem fins lucrativos, inclusive, atende paciente em nível regional. A entidade não consegue mais se manter, porque 70% dos pacientes vêm do Sistema Único de Saúde, sendo que a Tabela do SUS não é reajustada há 19 anos, algo que se tornou insustentável. Conforme Panis, segundo boatos e rumores, o Ministro da Saúde pretende fechar os hospitais abaixo de 100 leitos, ouviu do atual secretário do governo do Estado que a pretensão de fechar casas hospitalar com menos de 50 leitos. Alguns dados de internação no Hospital São José: Em média interna 1.500 pessoas por ano e até mais (2.000 até 2.300 anual), faz de 200 a 250 cirurgias de médio e grande porte, mais umas 200 a 300 cirurgias de pequeno porte, então em torno de 500 cirurgias por ano. O Hospital vinha operando 22 municípios, os quais vêm até Capinzal, sendo da região de Videira, de Campos Novos e de outros centros, até porque essa casa hospitalar tem nome. O citado hospital não tem muita coisa, mas o que tem, é pouco, mas bom, a exemplo de dois leitos monitorizados. Chegou a ser votado pelos vereadores à isenção do ISS e do IPTU, mas, o Executivo Municipal achou que o projeto de lei não funciona, ainda votaram que o Executivo passa R$ 5 mil mensal e o hospital daria a contrapartida em serviço e atendimento hospitalar, porém, segundo Panis nada saiu do papel. Para Panis, se os Vereadores quiserem ajudar, que encaminhem um projeto ao Executivo para que se cumpra a lei que foi votada no Legislativo.
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