Ligeirinho
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ü ZORTÉA é um município brasileiro do estado de SC, situado na divisa com o RS. Sua população é estimada pelo IBGE, em 2013, de 3.153 habitantes. A população conserva as tradições dos antepassados, com destaque para a cultura italiana. Por outro lado, a influência gaúcha pode ser facilmente percebida no Município, cujos rodeios movimentam a cidade várias vezes por ano. Os atrativos naturais reforçam Zortéa: há fartura de quedas d'água, principalmente nos rios Agudo e Taimbé. A maior delas, Salto Taimbé, tem 80 metros de altura. Em 1980, foi criado o Distrito de Zortéa, através da Lei 1.112/80, de 1º de Setembro de 1980. Elevado à categoria de Município com a denominação de Zortéa, pela Lei Estadual n.º 10.051, de 29-12-1995, desmembrado de Campos Novos. Sede no antigo distrito de Zortéa. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997. Fonte: Site da mencionada Prefeitura. ALCIDES MANTOVANI é o grande nome quanto ao trabalho de formação da comissão de emancipação político-administrativa, depois teve a felicidade de se eleger o primeiro chefe do Executivo de Zortéa, reelegeu-se e somou oito anos consecutivos de mandato, executando a infraestrutura básica do Município, isto, bem feita, para que hoje ainda se encontre em boas condições. Mantovani fez seu sucessor, Remilton Andrioni, depois sucedeu ex-prefeito o atual, Paulo José Franceski, sendo que o Município está completando 19 anos. Na época da condição de Distrito de Campos Novos, depois elevado à categoria de Município de Zortéa, foi um trabalho de lideranças partidárias, ainda de José Vilarino, Nelci Sarmento, Nadir Susin e tantos outros, com apoio do deputado Romildo Titon na condução dos trabalhos dentro da Assembleia Legislativa. A briga foi muito grande na época, pois muitos dos deputados achavam que Zortéa não podia chegar à condição de Município, como foi o caso da Barra do Leão a ponto de não conseguir tal feito, mas, pelo trabalho e pressão que Mantovani liderou, o povo zorteense conquistou o feito, fruto de momentos de luta.
ü A Câmara Municipal de Vereadores Prefeito Irineu José Maestri, em seu plenário Edgar Lancini, chama a atenção de quem é observador, sendo a galeria dos ex-presidente do Poder Legislativo de Capinzal, sendo que o Município está com 65 anos de emancipação político-administrativa. A FAMÍLIA RIBEIRO ajudou e continua ajudando a escrever a história do município de Capinzal (SC), isto, no cenário político, profissional e social. Em termos políticos, primeiro NAPOLEÃO Ribeiro foi vereador e presidente da Câmara Municipal, no período de 06/02/1968 a 31/01/1970; depois seus filhos LUIZ ANTONIO Ribeiro (TOTONHO) de 01//01/1991 a 31/12/1993 e SEILA ELIANE Ribeiro, de 01/01/1999 a 31/12/2000. TOTONHO era presidente da Câmara Municipal quando foi criado o Plano Físico e Territorial Urbano de Capinzal (Código de Posturas e Lei de Parcelamento do Solo), também era vereador quando da elaboração da Lei Orgânica do Município de Capinzal. SEILA quando presidente do Poder Legislativo de Capinzal reeditou a Lei Orgânica e o Regimento Interno da Câmara Municipal, inclusive, iniciou a construção da sede de trabalho próprio da casa legislativa. Também teve PAULO RODRIGO Ribeiro (agrimensor) ocupando o cargo de Secretário de Obras de Capinzal, quando era prefeito o sempre lembrado IRINEU JOSÉ MAESTRI. Parabéns à FAMÍLIA RIBEIRO por ajudar a escrever a história de nossa terra e de nossa gente no senário político e também por servir bem nosso município com empresas competitivas em nossa sociedade.
ü ‘EM FAMÍLIA’ mata protagonista, e mesmo assim termina morna. Fonte: Veja Abril, postado em 18/07/2014 (Folhetinescas). Laerte (Gabriel Braga Nunes) levou um tiro no final de ‘Em Família’: personagem secundária tirou o flautista galã de circulação. “Desta vez, tudo vai ser diferente. Vai ter casamento!”, desejou Chica (Natália do Vale) quando, reunidas em torno da noiva, Luiza (Bruna Marquezine), as mulheres de Em Família (Globo, 21h15) lembraram da tragédia de 20 anos antes. Depois da repetição de quase tudo que ocorreu com sua mãe, Helena (Júlia Marquezine), e seu noivo, Laerte (Gabriel Braga Nunes), Luiza de fato se casou. Mas não chegou ao “felizes para sempre”: ainda a porta da igreja, Laerte teve de novo a felicidade interrompida, e levou um tiro de Lívia (Louise D’Tuani). Com menos cuidado do que uma novela das nove pede, ainda mais aquela que foi proclamada como “a última de Manoel Carlos”, era de se esperar mais emoção no assassinato do protagonista. Mas a sequência foi cortada sem grande sensibilidade pela edição ruim – um mal que, aliás, prejudicou demais Em Família. No capítulo morno demais para encerrar a dinastia das Helenas, da morte surreal do protagonista passou-se – acredite – para uma aula de salsa no Galpão Cultural. E a vida seguiu no Leblon. Nesta fonte que tivemos, descreve muito bem que a novela não foi o que se esperava, pois, pouco ou quase nada tinha em família, e sim, maus exemplos e querendo forçar uma cultura contra certos princípios conservadores.
ü Para quem não sabe e acredita em perfis falsos ou nos boatos, a APAE é uma sociedade civil, filantrópica, assistencial e educacional, sem fins lucrativos. Um movimento que procura integrar a Comunidade em geral - Pais, Amigos, Lions, Igrejas e outras instituições, para em parceria com Órgãos Governamentais, garantir a eficácia dos direitos sociais, assegurados pela Constituição, às Pessoas Portadora de Deficiência, que são: saúde, educação, habilitação e reabilitação, lazer, trabalho, esportes, artes, convívio familiar e social. A APAE trabalha juntamente com a comunidade, também na prevenção de futuras deficiências. São quatro os níveis da estrutura do movimento apaeano: A APAE do Município: os pais e amigos que compõem uma APAE atuam, no âmbito do Município em que a entidade se localiza, para que a pessoa portadora de deficiência tenha seus direitos assegurados. DELEGACIA REGIONAL: todas as microrregiões do Brasil se organizam em Delegacias Regionais. Os presidentes, diretores, professores, pais e alunos devem ter programação de reuniões, cursos, encontros, festivais, olimpíadas, nas suas regiões. Fica mais fácil haver grande participação pela proximidade geográfica. O Delegado Regional é eleito pelas APAE’s da microrregião. FEDERAÇÃO DAS APAE’s NO ESTADO: as APAE’s se organizam em Federações em seus Estados. A Federação no Estado será responsável pelo trabalho de realização dos direitos do portador de deficiência no âmbito estadual. São necessários contados com Secretarias e outros órgãos do Governo Estadual, promoção de olimpíadas, festivais e congressos estaduais, tudo sob responsabilidade da Federação do Estado. Os dirigentes são eleitos pelas APAE’s , sendo que os Delegados Regionais fazem parte do Conselho de Administração. FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAE’s: em nível do Brasil, as APAE’s estão organizadas em torno da Federação Nacional das APAE's, que é responsável pelo direcionamento dos trabalhos do movimento apaeano no contexto nacional. E também responsável pelo encaminhamento da luta pelos direitos do cidadão com deficiência no âmbito do país, fazendo isto através dos contatos e gestões com os vários Ministérios e órgãos federais, atuando para que as leis criadas sejam cumpridas. Promovendo eventos nacionais como congressos, olimpíadas, festivais e outros necessários ao desenvolvimento da área. Resumindo, a APAE não é uma responsabilidade do Município, e sim, da Federação e do Estado em manter seu pleno funcionamento. Quanto a Capinzal, vem fazendo a sua parte, repassando através de convênio um repasse de R$ 7.500,00 mês, ainda cinco funcionários cedidos e o transporte. Para se ter uma ideia, o Estado pagava R$ 0,30 centavos por aluno da rede estadual para a merenda, o Município gastava quase R$ 1,00 por aluno com a merenda municipalizada e a qualidade estava caindo para os alunos do capinzalenses. O correto o Estado deveria também assumir o seu papel, porém, o Município com bastante economia vem dando mais qualidade na merenda. Foi uma opção de melhorar a qualidade da merenda e dar a responsabilidade a quem deve ter.
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