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Família! Boa ou má ideia?

Por: Luiz Fernando Contribuição: Pr. Levi Silveira

 “E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.” (Gn2:23)


Alvin Tofller, um futurólogo, escreveu em O Choque do Futuro na década de 70, do século passado, que a família, como a conhecemos, sofreria pressões muito fortes, de tal maneira que se acomodaria em novos arranjos. Os casais se ajuntariam por um prazo de cinco anos e se não dessem certo dissolveriam a relação. Os filhos gerados ficariam ao encargo do estado que os encaminhariam para famílias estruturadas. Na década de 30, do mesmo século, o estado socialista tentou acabar com a família tradicional, pois, achava que era um componente do capitalismo, mas se viu obrigado a retroceder e afirmar o modelo tradicional familiar, pois viu que os resultados não eram benéficos para a nação.

Tofler acertou quando disse que a família sofreria pressões. As diversas mídias, terapeutas, artistas e personalidades, dentre outros, bombardeiam a família como se ela fosse o centro dos problemas sociais. A infidelidade conjugal e o divórcio são saudados como um processo libertador.

Mas mesmo assim ainda milhares de casais sobem aos altares de diversas igrejas e celebram o casamento e a constituição de uma nova família. Milhares de outros casais se esforçam com inteligência para que seus lares não venham a se desintegrar. Precisamos lembrar que a família tem sua origem em Deus. Deus, em Sua forma existencial, não é um ser solitário ou egoísta. Ele vive na mais perfeita comunhão com o Filho e o Espírito Santo. Assim sendo, o nosso modelo é o próprio Deus. Por mais que o homem lute contra este fato, ele ainda se impõe por si só.

Família ainda é uma grande ideia. Ainda os filhos têm em seus pais os melhores modelos. O complemento do homem é a mulher e vice-versa. Ainda a família é o primeiro núcleo socializador para a criança. Ali é onde a criança aprende a respeitar as autoridades e adquirir valores duradouros para a vida.

Por termos um alto índice de divórcios, estamos vivendo, em parte, a desintegração social, quebra de valores e a banalização da vida. Deus, quando idealizou a família, sabia que era o melhor para a raça humana.

Quanto mais a família for bombardeada e desvalorizada mais veremos o mal crescer nas mais diversas formas. A pesquisa mostra que adolescentes que gozam da presença do pai iniciam a vida sexual mais tarde. Quando a família é valorizada os filhos sentem os resultados ao longo da vida, pois, serão mais confiantes, persistentes e equilibrados, menos propensos à depressão e saberão atuar com equanimidade diante das crises da vida. Precisamos ver a família como uma grande oportunidade de crescimento e cura. O fortalecimento e incentivo encontrados em uma família equilibrada geram crescimento pessoal e cura para muitas crises emocionais. No convívio do lar podemos adquirir princípios vencedores que nos auxiliarão nas tomadas de decisões.

Famílias bem estruturadas facilitam o trabalho do estado, fortificam a malha social e trazem equilíbrio pessoal.

Pense nisto!

Fonte: Ministério Força Para Viver

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