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Cargo X irá proporcionar capital de giro de 100 milhões de reais para transportadoras do agronegócio

? Objetivo é beneficiar transportadoras com foco no agronegócio e ajudá-las a crescer; não somente com capital, mas também com tecnologia para gestão de fretes;
? Com mais de R$ 7 milhões já investidos, há previsão para que outros setores da economia e regiões do Brasil também possam se beneficiar deste capital
A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de carga no Brasil, anuncia que irá proporcionar capital de giro de 100 milhões de reais para transportadoras ainda em 2019. O objetivo é beneficiar transportadoras com foco no agronegócio de todos os tamanhos para que elas possam ter capital suficiente para manter e expandir suas operações e tecnologia para gerir os negócios. Há previsão para que outros setores da economia também sejam beneficiados.
"O agronegócio é muito importante para o País; e requer uma logística cada vez mais eficiente. Aliando o aporte financeiro junto à tecnologia que já oferecemos, acredito estarmos contribuindo muito com o setor", explica Federico Vega, CEO da Cargo X. De acordo com o CEPEA - Centro de Estudos de Economia Aplicada da USP, o agronegócio representa a maior parcela do PIB brasileiro.
O aporte já começou a ser implementado e, até o momento, R$ 7 milhões foram investidos em pequenas transportadoras. O administrador Abel Crivelaro Júnior, diretor da Transportadora Rodogrãos, é um dos que já foi beneficiado com o capital de giro. "Antes, eu não tinha capital suficiente para atender a algumas demandas de clientes. A parceria com a Cargo X foi, simplesmente, uma revolução no nosso negócio. Com o capital de giro, eu consigo pagar o motorista à vista e, consequentemente, os motoristas preferem embarcar conosco; além disso, a quantidade de carregamentos aumentou e o faturamento também", explica o administrador.
"Cerca de 95% das transportadoras no Brasil são de pequeno e médio porte. Queremos que elas tenham capital de giro para expandir suas operações, gerando renda e emprego no mercado", afirma Vega. "Além de capital, oferecemos tecnologia às transportadoras para gestão do frete, tornando o setor mais eficaz e otimizado", afirma Vega.
Reestruturação para o agronegócio
Para oferecer esse capital, a startup reestruturou todas as suas operações no agronegócio, que agora passa a operar de maneira mais otimizada e focada nas transportadoras do setor. "Mudamos a maneira de operar no setor. Agora, a Cargo X atua no agronegócio oferecendo capital de giro para os transportadores, e atende às empresas 'embarcadoras' exclusivamente por meio deste novo modelo", finaliza Vega.
Diante desse novo contexto, a Cargo X anuncia uma reestruturação e, consequentemente, o fechamento das unidades de transporte, focadas no atendimento ao setor agro, localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Pará e Paraná. "Essa mudança se dá devido à nova forma de atuação neste setor, privilegiando a parceria com as transportadoras, ao invés do atendimento direto à empresa 'embarcadora'. Em contrapartida, a Cargo X anunciou sua expansão, com a abertura, apenas em 2019, de mais 100 vagas de emprego em áreas como Tecnologia, Produto, Machine Learning, Business Intelligence, Vendas, Operações e áreas Administrativas", explica Vega.
A expectativa é que a Cargo X injete até R$ 300 milhões em capital de giro para as transportadoras até o final de 2020. "Nós não queremos ser reconhecidos como o 'Uber dos caminhões', mas sim, como a empresa que ajuda outras transportadoras a tornarem-se elas mesmas um 'Uber' em seus mercados, como no agronegócio", conclui Federico Vega. 
Sobre a Cargo X
Logtech brasileira fundada em 2013, com o objetivo de se tornar a maior empresa de tecnologia e revolucionar o setor de transporte e logística do país. A startup oferece uma forma inteligente de transportar cargas para os 250 mil caminhoneiros autônomos ou proprietários de pequenas frotas cadastrados na plataforma, conectando-os diretamente com os embarcadores. Com, cerca de 350 profissionais do Brasil e EUA, a companhia cresce 20% ao mês e tem a promessa de se tornar o próximo unicórnio brasileiro em 2019 de acordo com o relatório da New York Times e CB Insights. 
 
 
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