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Vereador BIAZOTTO pede a publicação das ações do Prefeito em jornal local (transparência/informa

Também sugere que organizem Capinzal, traçando prioridades e devem saber diferenciar obrigação do estado e do Município (aplicação do dinheiro público). Biazotto alerta para as questões locais, pois o atual governo da administração do PMDB poderá inviabilizar o Município, devido ações de repasses. Também criticou o afastamento do suplente de vereador Adriano, devido votação de um projeto de cunho político-partidário.

 

VEREADOR BIAZOTTO PEDE A PUBLICAÇÃO DAS AÇÕES DO PREFEITO EM JORNAL LOCAL (TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO)
TAMBÉM SUGERE QUE ORGANIZEM CAPINZAL, TRAÇANDO PRIORIDADES E DEVEM SABER DIFERENCIAR OBRIGAÇÃO DO ESTADO E DO MUNICÍPIO (APLICAÇÃO DO DINHEIRO PÚBLICO) 
 
Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Capinzal, terça-feira, 1ª de março, o vereador Rogério Biazotto (PDT), falou na palavra livre que a administração municipal no mínimo que pode fazer para organizar o município, é publicar no jornal de circulação local as ações que faz. Segundo Biazotto, é dever do prefeito mostrar para a comunidade o que ele está fazendo, portanto, é uma obrigação divulgar nos jornais locais, para poder informar os munícipes onde está e como é aplicado o dinheiro público, caso não fizer, então que se mude para outra cidade onde possa estar o jornal de sua preferência - que vá ser candidato em outra terra. Complementou o vereador polemico e atuante nas causas do Município: “Se acha que as empresas de Capinzal não têm competência, porém, é engraçado, para outras coisas que precisava trazer uma empresa com larga experiência, aí deixam de viabilizar, então arranjam uma capinzalense”, declarou Biazotto.
Quanto à matéria e chamada de capa em O TEMPO – um jornal de fato, na edição nº1009, de 25/02/2011, assim intitulada: Suplente de Vereador esclarece motivo de seu afastamento - Adriano é contra o rodízio de Suplentes, por ser uma prática que fere a Legislação vigente. Disse aos vereadores da situação, com exceção a Itacir Massocatto, sugeriu de forma irônica, que os demais deem a vez aos suplentes uma, duas, quantas meses for necessário, no sentido de colaborar com os companheiros que não couberam no Executivo, já que o projeto aprovado foi de cunho político-partidário.
Biazotto se ateve mais nas questões locais, inclusive, na última semana que passou, disse que o atual governo da administração do PMDB poderá inviabilizar o Município nas ações de repasses, levando em conta, para poder negociar com o Governo Federal deve ter competência. Conforme Biazotto ouviu uma matéria do Prefeito que foi falar com o secretário de Segurança do Estado de Santa Catarina, e da próxima vez vai levar um projeto de construção do novo prédio da Delegacia de Polícia. “Será que o Prefeito não sabia, pois para ir ao Governo do Estado solicitar alguma ação precisa ter um projeto em mãos?... E os assessores do Prefeito: Coitado do Leone! Dá dó ver um município pujante nas mãos de alguns secretários, caso não tiver um projeto, na certa perde a viagem. Quando for copiar um projeto a exemplo do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Ambiental – CISAM Meio Oeste, que tome--se cuidado, pois o que dá certo na lua serve para a terra (sistema de bater estacas), levando em conta o custo do termo aditivo para poder executar a obra, valor ainda não declarado, mas pode ser de 300 a R$ 400 mil, num investimento que gira em torno de R$ 1,6 milhão.
Deu outro exemplo de desperdício do dinheiro público, sendo a construção de muretas na frente da Terminal Rodoviário, o que considera um sistema de criação de Javali, cercado com taipa de pedras, o que não condiz com a realidade de Capinzal e a condição de circulação de veículos. Copiaram de Campos Novos, sendo que lá construíram numa avenida, onde não dificulta o livre trânsito.
Quanto ao transporte intermunicipal de passageiros de ônibus, é uma obrigação do Governo do Estado através do Departamento de Transportes e Terminais (Deter), então não justifica um município investir na compra de um terreno pelo valor de R$ 380 mil para fazer uma rodoviária. O que é pior - compraram dois mil metros de área de terra, porém, não ocupa trezentos metros da aquisição do imóvel, que lá querem construir a Delegacia que também é função do Governo do Estado. Aproveitou a ocasião para reclamar do sistema de atendimento do Simae, o qual deveria ter um escritório à disposição dos clientes no centro da cidade e não no alto do morro. Lembrou Biazotto, o que se discute é prioridade para o município e sua gente.
Para melhor informação, acesse essa matéria no site de O TEMPO – um jornal de fato.        
 
Biazotto alerta para as questões locais, pois o atual governo da administração do PMDB poderá inviabilizar o Município, devido ações de repasses. Também criticou o afastamento do suplente de vereador Adriano, devido votação de um projeto de cunho político-partidário.
 
 
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