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Implementação das práticas integrativas e complementares na saúde (PIC'S), em Herval d' Oeste
Assunto foi abordado pela presidente do conselho municipal de saúde de Herval d' Oeste Clarinda Durigon na sessão desta segunda-feira a convite do vereador Jucemar Katchor
Com a medida do Ministério da Saúde, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares conta, agora, com 19 terapias
Herval d'Oeste - Participou da sessão desta segunda-feira, ocupando o momento destinado a presidência, a presidente do Conselho Municipal de Saúde de Herval d' Oeste, Clarinda da Luz Durigon. O convite partiu do vereador Jucemar Katchor (PSD). Clarinda falou sobre a implementação das práticas integrativas e complementares na Saúde (PIC'S).
Clarinda destacou que quando a pessoas está com problemas em seu campo emocional, sua imunidade cai sensivelmente em 5 a 6 minutos. "As práticas interativas, detectam antes que o problema chegue ao corpo físico, o que possibilita prevenir e tratar antes que se agrave. É necessário fazer uma mudança na vida no dia a dia evitando irritação, sentimentos negativos, muitas doenças degenerativas têm aí a sua fonte".
Ela informou que o Conselho Municipal de Saúde já manteve contato com a secretária de Saúde Marisa Lange que assinalou positivamente e já estaria tratando da questão, para o funcionamento será necessária contratação de pelo menos três profissionais. "O ideal seria que cada bairro do município conte com a ortomedicina, nas unidades básicas de saúde tendo um conselho de saúde local, para isso contamos também com o apoio dos vereadores, mas o importante é dar início a esta prática tão importante para a saúde da nossa comunidade. "
Katchor autor da proposição que convidou a presidente do Conselho a participar da sessão, disse que o tema lhe chamou muito a atenção, pois promove a prevenção das doenças. "O tratamento por meio de práticas integrativas, não exclui de forma alguma o tratamento médico, mas vai auxiliar na redução principalmente do uso de medicamentos, como esta pratica deve ser incluída nos serviços prestados pelo SUS, acho interessante que seja mais amplamente divulgando junto à comunidade".
Práticas integrativas e complementares na saúde (PIC'S)
Em 2016, mais de 2 milhões de atendimentos das PICs foram realizados em Unidades Básicas de Saúde no Brasil. Este ano o Ministério da Saúde incluiu mais 14 novos tratamentos que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos são voltados à cura e prevenção de doenças como depressão e hipertensão.Com a medida, o SUS passa a ofertar mais 19 dessas práticas: homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa/acupuntura, medicina antroposófica, plantas medicinais e fitoterapia e termalismo social/crenoterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga. As novas nomenclaturas são para terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, oficina de massagem/automassagem, sessão de auriculoterapia, sessão de massoterapia e tratamento termal/crenoterápico.
Atendimento alternativo
Desde a implantação das PICs, em 2006, a procura e o acesso dos usuários do SUS a esses procedimentos cresceu; e, em 2016, mais de 2 milhões de atendimentos das PICs foram realizados nas Unidades Básicas de Saúde de todo o País. Desses, 770 mil foram de medicina tradicional chinesa, 85 mil de fitoterapia, 13 mil de homeopatia e 923 mil de outras práticas integrativas que ainda não possuíam código próprio para registro e que passaram a fazer parte do rol no início do ano. Atualmente, 1,7 mil municípios oferecem práticas integrativas e complementares. A distribuição dos serviços está concentrada em 78% na atenção básica, 18% na atenção especializada e 4% na atenção hospitalar.
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