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Discurso de posse do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, na Alesc

Minha gratidão neste 1º de janeiro de 2023, ao tomar
posse como governador do Estado de Santa Catarina, é tão grande quanto a
responsabilidade que agora assumo.

Este momento é o início da realização de um sonho
para o qual me preparei ao longo de uma vida. A caminho daqui, vi passar
pela minha mente o filme que começa comigo pequeno, lá no Oeste,
vendendo sonho e paçoquinha. Cheio de dificuldades, mas cheio de
esperança.

Sou mais um brasileiro que construiu a própria
história na base do trabalho desde muito cedo. Na política comecei como
vereador aos 18 anos, deputado estadual, federal por dois mandatos e
eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil pelo ranking dos
políticos. Nunca perdi uma eleição. E, de vendedor de paçoquinha chego a
governador, com uma votação histórica.

Essa experiência me ensinou muito, mas o que aprendi
de mais importante é que, quando a gente acredita, tem fé e se esforça, a
gente consegue.

Os catarinenses me deram o maior voto de confiança
que poderiam porque acreditam em mim. Nosso Estado é pequeno, tem pouco
mais de 1% do território, mas é um gigante em vários indicadores.

Servir Santa Catarina será uma imensa honra e vou
trabalhar incansavelmente, junto com a vice-governadora Marilisa, para
cumprir o plano de governo aprovado nas urnas pela imensa maioria dos
catarinenses.

Somos um Estado diferenciado, em que as pessoas levam muito a sério os valores do trabalho, da fé e da família.

O meu sonho também é o de cada um que me colocou
aqui. E a realização dele só vai acontecer quando for possível entregar
de verdade para a população os resultados do nosso trabalho. Quando
zerarmos a fila da saúde, quando uma mãe tiver um filho trabalhando,
empregado depois de um curso técnico pra ajudar na renda da família.
Quando o microempreendedor tiver condições de prosperar.

Os indicadores são muito importantes. Mas só quando
os resultados são compartilhados com a imensa maioria. Enquanto eu falo,
tem catarinense com dificuldade, doente, desempregado. Tem catarinense
sem esperança. Esses só têm o braço do Estado por eles. Esse braço deve
ser forte, acolhedor, inclusivo. Esse braço precisa oferecer cursos
profissionalizantes, acesso a uma universidade, um atendimento médico
sem meses ou anos na fila, oportunidade de trabalho para quem precisa e
quer trabalhar.

Por isso, eu quero começar o governo com muita
transparência, muita austeridade, mostrando a real situação das contas –
já que a realidade não é tão cor de rosa quanto pintam. Mostrarei isso
ainda em janeiro, porque é a partir do diagnóstico que se sabe o
remédio.
E por falar em remédio, a saúde será a primeira área a ser atendida por este governo. Temos muito, muito mesmo a fazer.

Como sempre, trabalharei em equipe. Uma equipe
montada por profissionais notáveis, especialistas em suas áreas, mas
também especialistas em gente. Porque nem todo conhecimento do mundo
vale quando não é colocado a serviço do outro. Estamos unidos em torno
do mesmo objetivo: dar ao catarinense o melhor de Santa Catarina.

E para isso, tudo o que fizermos precisa ter começo,
meio e fim. Vamos usar a sinceridade em vez da enrolação, porque Santa
Catarina tem pressa.

Temos os instrumentos necessários para fazer a nossa
parte: localização privilegiada, setor produtivo diferenciado e variado.
Mas se ficarmos encastelados nos gabinetes não faremos as coisas
acontecerem. Por isso quero estar muito na rua, de mãos dadas com o
povo, ouvindo as pessoas.

Acredito que um governador precisa liderar pelo
trabalho, precisa mover o seu time pelo exemplo, pelo otimismo, e peço a
Deus que continue me dando força e sabedoria para colocar em prática
esse trabalho.

Quero ser o governador do relacionamento, da política
no seu sentido mais nobre. Estarei aberto a ouvir e entender cada
realidade. Como qualquer homem, tenho minhas convicções, preferências,
valores. Mas como governador tenho o dever de ouvir absolutamente todos e
defender os catarinenses em todas as situações. Isso é fazer política.

Quero fazer de Santa Catarina um estado vibrante. Um
estado em que as pessoas se orgulhem de viver porque sabem que aqui o
governo faz bem o seu papel, que é o de motivar os setores a produzir
melhor, facilitando a vida do empreendedor. Um estado em que o governo
seja respeitado pela população. Para isso, vamos precisar corrigir
rotas, redefinir metas, melhorar o que for bom, mudar o que não for
justo e certo.

Que todos os dias dos próximos quatro anos eu lembre de quem me colocou aqui. Prometo dar o meu melhor nessa missão.

Eu sei que é um sonho grande. Mas eu me preparei para realizá-lo e me cerquei dos melhores para andar comigo.

Obrigado a cada um que acredita que é possível. Obrigado, família. Obrigado, meu Deus! Vamo que vamo!

Escrito por: SECOM


Governador Jorginho empossa 23 nomes na largada do seu Governo em Santa Catarina



Foto: Cristiano Andujar / Secom

Foto: Cristiano Andujar / Secom

Na noite do primeiro dia como governador de Santa Catarina, Jorginho Mello deu posse a 23 nomes que irão compor a sua equipe para a nova gestão que assume o governo estadual.

Cinco novos membros foram anunciados neste domingo,
1º de janeiro, um interino para a Infraestrutura, o secretário da
Administração Prisional, a nova perita-geral da Polícia Científica, os
presidentes do Ciasc e da Fundação Catarinense de Educação Especial
(FCEE), além do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, que
assume em cerimônias de passagem de comando na manhã desta
segunda-feira, 2, às 11h, no Centro de Ensino do CBMSC.

:: Veja os nomes

:: Mais fotos disponíveis no álbum

Missão

“Quem está aqui, veio por sua biografia e pela
capacidade já comprovada de entrega. Os catarinenses esperam de nós um
excelente trabalho. Eu espero mais que isso. Quero doação, espírito
público e que vocês lembrem que somos servidores”, falou o governador
aos novos secretários e gestores públicos de seu governo.

Um ato emocionante do evento foi quando a neta de
Jorginho, Laura, de apenas 10 anos, leu uma mensagem para os presentes
sobre o futuro governo.

A vice-governadora, Marilisa Boehm, foi quem abriu o
evento, realizado no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, com uma
mensagem sobre a missão que todos assumiram neste início de 2023: “Santa
Catarina tem o povo mais acolhedor do Brasil, uma gente trabalhadora,
honesta, séria, de muita fé, e que só quer ser respeitada.”


  • Saúde: Carmen Zanotto
  • Educação: Aristides Cimadon
  • Fazenda: Cleverson Siewert
  • Administração: Moisés Diersmann
  • Casa Civil: Estener Soratto
  • Secretaria-geral de governo: Danieli Pinheiro Porporatti
  • Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade: Ricardo Euclides Grando (interino)
  • Agricultura e Pesca: Valdir Colatto
  • Proteção e Defesa Civil: Coronel Armando
  • Ação Social Mulher e Família: Maria Helena Zimmerman (interinamente até a posse de Alice Kuerten)
  • Comunicação: João Debiasi
  • Ciência, Tecnologia e Inovação: Marcelo Fett
  • Procurador-geral do Estado: Márcio Vicari
  • Articulação internacional: Juliano Froehner
  • Articulação Nacional: Vânia Franco
  • Secretário Executivo de Relações Institucionais: Edgard Usuy
  • Secretário-chefe da Casa Militar: tenente-coronel José Eduardo Vieira
  • Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa: Jeferson Fonseca
  • Comandante-geral da Polícia Militar: Aurélio José Pelozato
  • Comandante-geral Corpo de Bombeiros Militar: coronel Fabiano de Souza
  • Perita-geral da Polícia Científica: Andressa Fronza
  • Centro de Informática e Automação de Santa Catarina (Ciasc): Fábio Machado
  • Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE): Jeane Rauh Probst Leite


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom


Foto: Eduardo Valente / Secom
Foto: Eduardo Valente / Secom


Foto: Eduardo Valente / Secom
Foto: Eduardo Valente / Secom

Escrito por:SECOM



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