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Severino Lavandoscki

Analista político


        Silêncio assassino - O silêncio mundial dos governos de países que apoiam e são aliados do famigerado Governo do Irã em relação à execução medieval de mulheres adúlteras no país dos aiatolás atômicos, por apedrejamento. Exatamente isso que voces entederam, esta semana 2 mulheres consideradas adúlteras foram mortas a pedradas. É vergonhoso e vexatório para um País que mistura religião e política, mais vergonhoso ainda, torna-se para os paises que apoiam estes regimes assassinos. Já não nos basta calar diante dos presos políticos e da tortura que existe ainda hoje em dia em Cuba? O que dizer daqueles que apoiam o ditador Venezuelano Hugo Chávez? Será que estamos recuando no tempo e dando margem para que a democracia seja coisa do Passado, ou buscando meios de entregar o País em mãos que nada indicam e tudo fazem para solidificar uma vida mais digna para os corruptos e anti-éticos que dominam as páginas dos jornais. Não é este o Brasil que quero para meus filhos, eles merecem coisa melhor, pois trazem dentro si um respeito e uma dignidade que aprendi com meus pais e os mestres escolares.
Pesquisa da Folha de São Paulo - As pesquisas mostram apenas a linha de largada da eleição deste ano. Feita a ressalva, se a tendência for mantida, não haverá grandes alterações na composição geral de número de governadores por sigla em 2011. O PT, por exemplo, já governa hoje quatro Estados (Acre, Bahia, Pará e Sergipe). Em todos esses há petistas competitivos. O partido também tem Tarso Genro em primeiro no Rio Grande do Sul. O PSDB governa no momento seis Estados (Alagoas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e São Paulo). Não há pesquisa disponível sobre Alagoas. Nos cinco restantes, os tucanos são competitivos em Minas, Roraima e São Paulo. Em Santa Catarina, decidiu não ter candidato próprio. O PMDB, que hoje governa nove Estados, tem chances de continuar governando 9 estados. O DEM, que não governa nenhum Estado, é favorito só no Rio Grande do Norte.
      Marina: “PSDB e PT são reféns do fisiologismo - Disposta a se caracterizar como a terceira via na disputa presidencial, a senadora Marina Silva disparou críticas aos seus adversários. Os petardos foram direcionados ao PSDB e o PT, a quem a candidata verde acusou de terem ficado reféns do fisiologismo no período em que cada partido ocupou a Presidência da República. Para não repetir os exemplos dos antecessores, caso seja eleita, ela prometeu, sem entrar em detalhes, unir o melhor de cada legenda em torno do seu projeto. "A governabilidade é baseada em programa, com propostas, projetos, e não com fisiologismo. Essa é a nova fase que precisa ser colocada. O PSDB ficou refém do fisiologismo do Democratas. E o Lula, de parte do PMDB. Eu quero governar com os melhores dos partidos".
      O empurrão doLula – A candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, esteve em Curitiba, no palanque assegurado pelo presidente Lula no Paraná, com a missão de reverter a desvantagem no Sul do país. Em seu discurso, dirigido a prefeitos paranaenses, Dilma disse acreditar que a aliança do PT com PDT e PMDB pode ajudar a diminuir a diferença em relação ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que no Paraná tem 50% das intenções de voto contra 39% da petista, segundo o Datafolha. O esforço de construção de um palanque forte no estado foi reforçado pelo candidato do PDT ao governo do Paraná, Osmar Dias. A aliança em torno de Dias tem apoio na chapa do PT e do PMDB. Osmar Dias, irmão do senador tucano Álvaro Dias, também revelou que sua candidatura a governador foi decidida com o empurrão de Lula. Álvaro Dias, cotado para ser vice do candidato tucano à Presidência, José Serra, perdeu lugar na chapa por causa da decisão de Osmar Dias de se manter candidato.
O trem bala do Lula pode ter ido longe demais -A vice-procuradora geral eleitoral Sandra Cureau disse que requisitou as fitas da cerimônia de lançamento do edital do trem-bala para estudar a possibilidade de entrar com uma ação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por abuso de poder político e uso da máquina pública em favor da candidata do governo, Dilma Rousseff (PT). A ação também pode ser feita contra a candidata. Sandra disse que, pelo que ela leu nos jornais, em tese, houve abuso de poder político e uso da máquina pública. "Isso é absolutamente proibido", afirmou. Esse tipo de ação que Sandra estuda ingressar no TSE, se acatada, pode resultar até na cassação da candidatura da pessoa beneficiada pelo uso da máquina do governo.
          Serra: “ Vou devolver imposto ao contribunte” – Como em época de campanha tudo vale, o candidato à Presidência José Serra, prometeu criar a nota fiscal brasileira, a exemplo da já existente em São Paulo, que garantiria a devolução de 30% dos impostos pagos aos consumidores. Serra garantiu que o mecanismo - que em São Paulo é utilizado na cobrança do ICMS - poderia incluir, em nível nacional, o retorno do IPI, PIS e COFINS. Além disso, o candidato defende a inclusão, nos produtos, dos valores que estão sendo pagos em impostos. "Tem que ter mais simplificação, onerar menos o consumo dos pobres. A carga tributária em cima dos pobres é o dobro. Tem que fazer desoneração. Temos que ter um sistema mais justo".
              Ameaça ao Ficha Limpa - Caos, insegurança e frustração ameaçam Ficha Limpa nos tribunais, alertam juristas e advogados com larga atuação no direito eleitoral. Nem bem ganhou vida no intrincado arcabouço jurídico, a Lei Complementar 135/2010 já sofre um bombardeio. Sua eficácia é alvo de ceticismo e questionamentos. Há muitas incertezas sobre candidatos com antecedentes, se podem ou não concorrer ao pleito de outubro. Também o eleitor corre risco de votar em alguém que, depois, terá a diplomação embargada. O tumulto habitual nas demandas judiciais pode se multiplicar com a Ficha Limpa, dando mais trabalho e dor de cabeça ao TSE.
              Último dia de trabalho no Congresso - O Congresso Nacional tem nesta sexta-feira seu último dia de atividades antes do recesso parlamentar, que começa na segunda-feira (16) e se estende até o dia 31 de julho. No entanto, a reabertura do Congresso só ocorre no dia 2 de agosto, primeiro dia útil após o término do recesso. Nos dias 4, 5 e 6, deputados e senadores participam do esforço concentrado para votações de matérias consideradas importantes. A pauta, porém, só deve ser definida um dia antes do início do esforço concentrado.

 

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