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Sindicatos a exemplo do Sindicadezal juntamente com a Fetiaesc buscam informação quanto ao prejuízo

O que mais preocupa é a não Participação dos Lucros e Resultados (PLR) em favor dos trabalhadores, levando em conta a Lei: lucro ou resultado, e resultado houve produção de sobra.

Na última edição, de nº1.300 (03/03/2017), trouxemos matéria assim intitulada: Empesas - BRF sai de lucro em 2015 para prejuízo de R$ 372 milhões em 2016, tendo como fonte postada em 23/02/2017, por Luiz Henrique Mendes | Valor.

A recessão da economia brasileira não poupou a BRF nem mesmo nas festas de Natal e Ano-Novo. A companhia, que passou boa parte do último ano pressionada pela disparada das cotações do milho no país, reportou no dia 22 de Fevereiro o primeiro prejuízo anual desde que foi criada, em 2009.

No ano passado, a dona das marcas Sadia e Perdigão teve um prejuízo líquido R$ 372 milhões, ante um lucro líquido de R$ 2,9 bilhões em 2015. O resultado negativo foi provocado pelo desempenho do quarto trimestre, período no qual a BRF amargou perda de R$ 460 milhões. Geralmente, o quarto trimestre é o mais forte para a empresa, que vende as carnes típicas do fim do ano.

A receita líquida da BRF caiu 4,1% no quarto trimestre, somando R$ 8,590 bilhões. No acumulado de 2016, no entanto, a receita líquida da companhia aumento 4,8%, para R$ 33,7 bilhões. O crescimento da receita com vendas no ano passado decorre sobretudo das aquisições feitas pela BRF no exterior. A companhia, que vem apostando na 'globalização' de suas operações, já investiu US$ 1,6 bilhão para se internacionalizar desde 2013. Obs: Matéria na integra inserida na página 14 de O TEMPO - um jornal de fato.

O presidente do Sindicadezal de Capinzal, Ludovino Soccol realizou reunião na sexta-feira, 03 de Março, juntamente com sua Diretoria, também com demais sindicatos da categoria, contando com a presença do presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes, Indústrias de Alimentação e Afins do Estado de Santa Catarina (Fetiaesc), Miguel Padilha, sendo que informou quanto a Confederação Nacional e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) está realizando estudo referente aos investimentos executados pela BRF e como foi possível chegar no resultado das contas negativas. Com tal prejuízo, o quadro funcional deixa de receber a Participação dos Lucros e Resultados (PLR)

Soccol na quinta-feira, 02 de Março participou de reunião da Federação com demais sindicatos, realizada em Florianópolis, estando em pauta o piso regional, consequentemente, optou-se por realizar o encontro na cidade de Capinzal.

Padilha disse ser de suma importância para a Fetiasc e Sindicatos informar os trabalhadores de que a questão PLR existe uma lei para tanto, a qual diz que a negociação é feita por uma comissão de trabalhadores acompanhada pelo Sindicato que entram num consenso quanto ao percentual do lucro líquido, sendo neste caso 6%, alegado pela empresa que não houve, também a periodicidade de pagamento que pode ser em duas vezes e a meta que o trabalhador deve atingir para receber este resultado. "Existe também uma cláusula, se a empresa tivesse em torno de R$ 800 milhões de lucro, o trabalhador já recebia automaticamente R$ 450 mil e acima disso teria um percentual a mais. O Sindicato junto com todas as outras unidades do Estado e do Brasil foi feito esse acordo junto com a Federação para que o trabalhador recebesse a exemplo dos outros anos. Infelizmente, a nossa expectativa foi frustrada, porque a empresa deu prejuízo. O que estamos fazendo agora, é buscar no Dieese Nacional a informação das aplicações da empresa dentro e fora do Brasil, pois jamais somos contra que a mesma queira crescer vendendo seus produtos, mas, o trabalhador tem de receber a sua parte no tocante lucro. Dia 08 ficou de ter uma reunião em São Paulo para buscar essa informação no Dieese, por que e se deu esse prejuízo, como que deu? A Lei diz o seguinte: lucro ou resultado, e resultado houve produção de sobra, então queremos esclarecer ao trabalhador, que muitos estão pedindo a desfiliação dos Sindicatos por não entenderem bem o assunto. Não é culpado o Sindicato, sendo que o mesmo fez seu papel igual a outros anos, mas, infelizmente em 2017 a empresa declarou que deu prejuízo. Acredito que a empresa não pode brincar porque tem seus acionistas e estes têm de acreditar na empresa", assim explica Mafra. Prossegue ele, nós temos de buscar a informação correta, para melhor informar o trabalhador. Até porque o Sindicato não pode estar sofrendo pressão do trabalhador, sabendo que fez a sua parte. Para ele, o trabalhador tem de entender, que no momento, só tem sindicato para ajudar o trabalhador e não tem mais ninguém. Pode até buscar a política nacional, mas, está aí o que se houve todos os dias na televisão... Então, tem os trabalhadores, sindicatos e a Federação para se abraçar e lutar por essas coisas.

Segundo Mafra, quando acontece uma coisa dessas, se busca a informação correta para que o trabalhador cada vez mais tenha certeza sobre o seu interesse. "Infelizmente, sem o resultado, nós não podemos fazer nada de momento, mas, queremos informar melhor, para tanto, estamos buscando conhecimento quanto a questão", reforça Mafra.

Atenção: Acesse o site de O TEMPO - um jornal de fato e ouça na integra a entrevista.         

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