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O Tempo um jornal de fato, registra encontro de amigos, depois de 50 anos da formatura em Capinzal

O reencontro aconteceu no Dia do Amigo, no Artesanato Sartori, sendo que eles colaram grau no então Ginásio Padre Anchieta e na Escola Técnica de Comércio - Cnec.

 

 
A segunda-feira, 20 de Julho, às 15h, foi marcada pelo encontro dos amigos capinzalenses Antoninho Sartori, Benoni Viel e Aroldo Barison com o visitante Antonio José Schneider, no Artesanato Sartori, à Rua Dona Linda Santos, Capinzal (SC).
Schneider esteve no final e início da semana em Capinzal, acompanhado de sua esposa Sueli, os quais ficaram hospedados no Antares Hotel.
Dona Sueli é do estado do Paraná, cidade de Paranaguá, atualmente residem na orla marítima, em Pontal do Paraná. Dona Sueli tem como formação profissional pedagoga (aposentada), porém, hoje é presidente do Conselho Estadual de Saúde, consequentemente atua em nome da comunidade junto com a Secretaria de Saúde a fim de resolver os problemas que vão surgindo. Exerceu a função de pedagoga por 32 anos, na disciplina de português. O que mais lhe marcou, era quando os alunos redigiam uma redação, por mais que eles errassem o português, na ortografia, eles expressavam ali o que estavam pensando. "Então muitas vezes ficávamos numa indecisão muito grande, pois tinha de rever os erros, mas também ver o conteúdo do descrito. Sendo o que sempre mais me chamou a atenção, era a redação, quando os alunos fossem colocar no papel alguma coisa que eles pensassem e fossem solicitados a fazer, então era o momento em que avaliava bem o educando, na formação ortográfica de cada um", assim Dona Sueli justificou o ensinamento e aprendizagem.     
O casal se conheceu quando Schneider foi de Capinzal para Curitiba (PR) trabalhar, e de lá para Paranaguá. Sendo que nesta época Dona Sueli estava fazendo a faculdade, então ele fez o vestibular na mesma cidade, foi onde se conheceram, consequentemente, são casados há 47 anos, pois casaram-se em 1968. Os quais tem dois filhos, quatro netos e dois bisnetos.
A estada em Capinzal se deve por amar a cidade, pois desde 1968 visita a terra capinzalense, onde passou muitos natais, também aprendeu a gostar muito do Município pelo fato de seu marido ter paixão por Capinzal, o qual tem uma ligação muito forte com os amigos dele. Schneider sempre que pode conta histórias de Capinzal e mostra fotos para Dona Sueli, portanto, Sueli quando chegou na mencionada cidade em 1968, foi muito bem recebida e passou a ter laços de amizade.
Conforme Dona Sueli, quando fez 25 anos da formatura, se reuniram em Capinzal, então participaram daquele momento marcante e gratificante. Dona Sueli pediu a Schneider quanto ao encontro da última segunda-feira com os amigos Antoninho, Benoni e Barison, sendo que ele respondeu estar muito feliz, pois lembrar o passado faz nos sentir jovens, sendo que a mesma considera algo maravilhoso.
Quanto ao Artesanato Sartori, a Dona Sueli acha muito lindo os bens expostos que retratam e representam a história das cidades coirmãs, Capinzal e Ouro, da mesma forma de sua gente. "Considero este espaço espetacular, sendo que vai levar essa ideia para a sua cidade, pois lá tem bastante artesões, no sentido de fazer algo parecido com este vinculo do passado e presente", assim Dona Sueli reconhece, valoriza e enaltece a ideia de Antoninho Sartori, o qual é historiador, artista plástico e recebeu o Título de Cidadão Capinzalense.
 Segundo Schneider, da turma de formados de 1965 só restam quatro, no entanto, não se sabe o destino dos demais, sendo que frequentaram o Ginásio Padre Anchieta, os quais se formaram em técnico em contabilidade. "O ginásio e a Escola Técnica de Comércio de Capinzal - CNEC, quem fazia em Capinzal, sendo que ambas eram muito fortes, consequente passava no vestibular em Curitiba, devido ao estudo e professores gabaritados; as quais eram excelentes escolas de vida.
O pai de Antonio José Schneider, de saudosa memória, Arlindo Schneider era natural de Monte Negro (RS), depois foi para Erechim (RS) na década de 1950. Antonio José Schneider nasceu em 19 de Março de 1944, sendo que chegaram a Capinzal em 1957. O Sr. Arlindo em Capinzal fazia jazigos, túmulos e tinha fábrica de azulejos, sendo que residia à Rua Dona Linda Santos, próximo do atual Artesanato Sartori e da Escola Belisário Pena.
Antonio José quando saiu de Capinzal foi exercer a função de sub contador num frigorífico em Viadutos (RS), porém, um ano depois passou a ser contador. No ano de 1967 do estado do RS foi para Paranaguá (PR), sendo que fez o vestibular, ciências contábeis e está até hoje na função, o qual tem as suas próprias empresas: de contabilidade e uma outra de turismo esportivo com um barco de 13 metros de cumprimento e capacidade para 25 pessoas.
"É algo fora do sério e deixa a gente muito emocionado com as boas lembranças que trazemos, as quais passamos juntos, numa amizade sincera, gente de carácter, sendo que até hoje mantemos esse laço de amizade graças a Deus", comemora Schneider.
Segundo Schneider, Benoni Viel sempre era o primeiro aluno da turma, verdadeiro líder, e até hoje mantem-se líder, sendo visto com a expansão dos negócios. Barison foi outra pessoa que alavancou na vida e teve sucesso. Sartori também vem dando grande participação na cultura capinzalense, prova disto, a casa de artesanato está à disposição para obter conhecimento e ainda ajuda formar opinião na vida social e política.
"Fiquei impressionado em ver Capinzal crescendo para cima, se desenvolvendo em uma cidade boa para se administrar, bem localizada, cresceu e evoluiu bastante, sendo assim, o espirito do pessoal continua o mesmo, de gente legal e acolhedora. E ficamos felizes em saber que o povo não perdeu suas raízes", desta maneira Schneider finalizou a entrevista.   
 
 


 

 

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