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Matriz de Risco para Covid-19 em SC aponta nove regiões no nível moderado
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- Matriz de Risco Potencial Regionalizado divulgada neste sábado, 30, aponta nove regiões como risco potencial moderado (cor azul) e oito regiões como risco potencial alto (cor amarela).
Mantendo pela quarta semana consecutiva uma tendência de redução das taxas de transmissão e do registro de casos graves e mortes por Coronavírus no Estado, a Matriz de Risco Potencial Regionalizado divulgada neste sábado, 30, aponta nove regiões como risco potencial moderado (cor azul) e oito regiões como risco potencial alto (cor amarela).
Houve melhora nos indicadores das regiões Carbonífera, Extremo Sul, Grande Florianópolis, Laguna, Meio Oeste, Serra Catarinense e Vale do Itapocu, que na semana anterior estavam classificadas como nível alto (amarelo), e passaram a ser classificadas como nível moderado (azul) , se juntando as regiões do Alto Vale do Itajaí e Alto Vale do Rio do Peixe, que se mantiveram no nível moderado (azul). Já nas regiões da Foz do Rio Itajaí e Oeste, que na semana anterior estavam classificadas como nível moderado (azul), passaram a ser classificadas como nível Alto (amarelo), por apresentarem uma manutenção dos indicadores de gravidade e uma elevação no número de casos confirmados ao longo da semana.
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http://www.coronavirus.sc.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Matriz-30-de-outubro.pdfComo regiões em risco alto são Alto Uruguai Catarinense, Extremo Oeste, Foz do Rio Itajaí, Médio Vale do Itajaí, Nordeste, Oeste, Planalto Norte e Xanxerê.
Avanço da Vacinação é um grande responsável pela melhora nos indicadores
Nas últimas semanas tem se observado por uma importante redução dos indicadores de gravidade da pandemia em todo o Estado, principalmente no número de óbitos, que reduziu 19% em relação à semana anterior. No entanto, o número de casos hospitalizados que se manteve estável na faixa de 600 por semana e de internações em leitos de UTI, que se manteve na faixa de 160 por semana. A maior parte dos pacientes que estão indo a óbito por coronavírus nesse momento são idosos, com idade acima de 60 anos, e que ainda não recebeu uma dose de reforço da vacina contra um Covid-19.
Levantamento preliminar realizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE / SC) da Secretaria de Estado da Saúde mostra que no período de 14 de setembro a 13 de outubro foram registrados 431 óbitos por covid em SC. Quando analisada a situação vacinal das pessoas que foram a óbito nesse período, dos 431 óbitos, 327 (76%) eram idosos (60 anos ou mais) e 104 (34%) eram pessoas abaixo de 60 anos de idade. Dos 327 idosos, 116 (35%) não tinha completado o esquema vacinal (87 não foi premiada nenhuma dose e 29 só dada entrada na primeira dose), 211 (65%) tinha concluído como duas doses ou uma dose única há mais de 5 meses, mas apenas dois requeridos à dose de reforço. Por conta disso, a SES / SC recomenda a redução no prazo de aplicação da dose de reforço para os idosos,
Já entre a população abaixo de 60 anos, dos 104 óbitos registrados, 88 (85%) não tinha completado o esquema de vacinação e apenas 16 pessoas (15%) estavam com o esquema vacinal completo. Esses números servem para alertar aos jovens e adultos sobre a importância de se completar o esquema vacinal primário com duas doses, de forma a ampliar sua proteção contra formas graves da Covid-19, considerando que existem mais de 420 mil pessoas em atraso na aplicação da aplicação segunda dose em todo o Estado.
O aumento na Cobertura Vacinal em Santa Catarina persistindo um fator essencial na melhora dos indicadores da Matriz de Risco em todas as regiões do Estado. Nessa semana Santa Catarina ultrapassou a marca dos 10,1 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 aplicada, das quais, 4,27 milhões já recebeu uma segunda dose ou dose única, completamente imunizados (59% da população total). Além disso, 290.182 idosos e trabalhadores de saúde já receberam a dose de reforço e 12.970 pessoas com imunossupressão grave receberam doses adicionais. É a partir do aumento da cobertura vacinal que tem sido possível reduzir a gravidade da pandemia no estado, que conta com uma variante Delta do coronavírus como sendo o responsável pelo maior número de infecções neste momento. Os dados de vacinação podem ser conferidos no novo vacinômetro, pelo link.
Para ainda reduzir mais o risco de transmissão de Covid-19 em Santa Catarina é necessário o avanço da vacinação, principalmente com a aplicação da dose de reforço para os idosos, a segunda dose para as pessoas acima de 18 anos e concluir a primeira etapa de vacinação para os adolescentes de 12 anos a 17 anos, que já alcançou mais de 60% de cobertura da primeira dose. Como o número de casos ativos ainda se encontra elevado, para Santa Catarina prosseguir avançando rumo ao controle da pandemia, recomenda-se manter como medidas de prevenção que envolvem o uso de máscaras, distanciamento, dar preferência a permanência em ambientes ao livre e com recomendações natural e evitar aglomerações. E caso apresente sintomas gripais, procure um serviço de saúde e faça o teste. É grátis.
O principal objetivo da matriz de risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo.
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Site: portalses.saude.sc.gov.br
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