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'Ciclone bomba' destrói cobertura de campo em treino do Marcílio; coordenador sofre corte na cabeça

Jogadores do time profissional tinham deixado local minutos antes do desabamento em Camboriú

Foto: Arquivo Pessoal
Local de treino do Marcílio Dias é destruido pelo "ciclone bomba"

O "ciclone bomba" que atingiu Santa Catarina na tarde de terça-feira assustou jogadores e membros da comissão técncia do Marcílio Dias. A estrutura que cobre o campo de grama sintética em Camboriú, onde o elenco fazia a preparação para a retomada do Campeonato Catarinense, desabou por conta das rajadas de vento.

Parte da estrutura atingiu a cabeça do cordenadoor técnico e ídolo do clube, Gelson Silva. De acordo com nota oficial do Marcílio Dias, ele "foi encaminhado ao pronto socorro, onde levou 15 pontos. Gelson foi liberado em seguida para repouso em sua casa e, apesar do susto, passa bem".

Os jogadores não foram atingidos. Isso porque, momentos antes do desabamento, o técnico Moisés Egert encerrou a atividade em razão da queda de energia. Assim, todos deixaram o local a tempo de evitar danos físicos mais graves.

O Marcílio Dias ainda informou danos materiais no estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí, como "o deslocamento de tendas e placas, destelhamento da arquibancada coberta e ruptura de estrutura que segura a rede de proteção do estacionamento da avenida Marcos Konder".

Após o susto, o Marinheiro ainda não definiu a programação de treinos dos próximos dias.

O primeiro compromisso do time no estadual será o duelo de ida contra o Criciúma pelas quartas de final do estadual. O jogo será no dia 8 de julho, às 19h, no Sul de Santa Catarina. Quem avançar à semifinal encara o classificado de Avaí x Chapecoense.

A passagem do "ciclone bomba" já deixou nove mortes em Santa Catarina. De acordo com a Defesa Civil do estado, uma morte foi registrada em Itaiópolis, no Norte catarinense, uma em Rio dos Cedros, no Vale do Itajaí, um homem morreu em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis. Outras três mortes ocorreram em Tijucas, uma em Santo Amaro da Imperatriz, ambos municípios da Grande Florianópolis, uma em Chapecó, no Oeste catarinense e uma em Ilhota, no Vale do Itajaí. Uma pessoa segue desaparecida em Brusque, também no Vale.


Por GloboEsporte.com - de Itajaí (SC)



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